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Prossegue a 26 de setembro, sábado, às 21h30, o Ciclo de Concertos de Órgão da Catedral do Porto de 2026, que se estende em ritmo mensal até novembro. O organista espanhol Juan de la Rubia interpreta no Grande Órgão um programa sob o mote Chaconas, passacaglias e ostinatos em torno de Bach, que integra obras de Johann Sebastian Bach (1685-1759) – Chaconne und Fugue in d-Moll, BWV 1178; Chaconne in g-Moll, BWV 1179; Erbarm dich mein, o Herre Gott, BWV 721;Passacaglia un Fugue in c-Moll, BWV 582 –, mas também de Jehan Alain (1911-1940) – Le jardin suspendu, JÁ 71 –, Max Reger (1873-1916) – Introduktion un Passacaglia in d-Moll, WoO IV/6 – e Philip Glass (1937- ) – Mad Rush.
Juan de la Rubia é organista titular da Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, e professor na Escola Superior de Música da Catalunha (ESMUC). Natural de La Vali d'Uixó (Valência), formou¬ se em órgão, piano e cravo em Valência, Barcelona, Berlim e Toulouse, tendo estudado com Óscar Candendo, Wolfgang Seifen, Michel Bouvard e Montserrat Torrent. A sua intensa atividade como solista, improvisador, diretor e continuísta tem-no levado a atuar nos principais palcos de cerca de trinta países da Europa, América, África e Ásia, entre os quais o Konzerthaus de Berlim, a Gewandhaus de Leipzig, a Elbphilharmonie de Hamburgo, o Teatro Mariinsky de São Petersburgo, o Auditoria Nacional de Música de Madrid e as catedrais de Colónia, Westminster, Bogotá e Cidade do México. Tem colaborado com agrupamentos como a Freiburger Barockorchester, a Orquesta Nacional de España e a Orquestra Simfònica de Barcelona i Nacional de Catalunya, bem como com maestros como Simon Rattle, François-Xavier Roth e Kazushi Ono. O seu repertório estende-se da música antiga ao Romantismo e à criação contemporânea, incluindo ainda transcrições de obras sinfónicas e operáticas. Particularmente reconhecido pela sua arte da improvisação, Juan de la Rubia acompanha também ao vivo grandes clássicos do cinema mudo. A sua discografia reflete esta diversidade, incluindo repertório ibérico, obras de Johann Sebastian Bach e páginas do sinfonismo romântico.
Este concerto, como os demais concertos do Ciclo, é de entrada livre.
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Prossegue a 26 de setembro, sábado, às 21h30, o Ciclo de Concertos de Órgão da Catedral do Porto de 2026, que se estende em ritmo mensal até novembro. O organista espanhol Juan de la Rubia interpreta no Grande Órgão um programa sob o mote Chaconas, passacaglias e ostinatos em torno de Bach, que integra obras de Johann Sebastian Bach (1685-1759) – Chaconne und Fugue in d-Moll, BWV 1178; Chaconne in g-Moll, BWV 1179; Erbarm dich mein, o Herre Gott, BWV 721;Passacaglia un Fugue in c-Moll, BWV 582 –, mas também de Jehan Alain (1911-1940) – Le jardin suspendu, JÁ 71 –, Max Reger (1873-1916) – Introduktion un Passacaglia in d-Moll, WoO IV/6 – e Philip Glass (1937- ) – Mad Rush.
Juan de la Rubia é organista titular da Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, e professor na Escola Superior de Música da Catalunha (ESMUC). Natural de La Vali d'Uixó (Valência), formou¬ se em órgão, piano e cravo em Valência, Barcelona, Berlim e Toulouse, tendo estudado com Óscar Candendo, Wolfgang Seifen, Michel Bouvard e Montserrat Torrent. A sua intensa atividade como solista, improvisador, diretor e continuísta tem-no levado a atuar nos principais palcos de cerca de trinta países da Europa, América, África e Ásia, entre os quais o Konzerthaus de Berlim, a Gewandhaus de Leipzig, a Elbphilharmonie de Hamburgo, o Teatro Mariinsky de São Petersburgo, o Auditoria Nacional de Música de Madrid e as catedrais de Colónia, Westminster, Bogotá e Cidade do México. Tem colaborado com agrupamentos como a Freiburger Barockorchester, a Orquesta Nacional de España e a Orquestra Simfònica de Barcelona i Nacional de Catalunya, bem como com maestros como Simon Rattle, François-Xavier Roth e Kazushi Ono. O seu repertório estende-se da música antiga ao Romantismo e à criação contemporânea, incluindo ainda transcrições de obras sinfónicas e operáticas. Particularmente reconhecido pela sua arte da improvisação, Juan de la Rubia acompanha também ao vivo grandes clássicos do cinema mudo. A sua discografia reflete esta diversidade, incluindo repertório ibérico, obras de Johann Sebastian Bach e páginas do sinfonismo romântico.
Este concerto, como os demais concertos do Ciclo, é de entrada livre.
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