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Inventarium: Derivas da Forma parte da obra de Ana Aragão e explora a potencialidade expansiva dos seus desenhos, entendidos como um campo aberto a diferentes leituras, materializações e desdobramentos. As esculturas de Frederico Diz resultam de um processo de transposição desse universo visual, afirmando-se como uma das múltiplas expressões possíveis de uma mesma obra.
Organizada em três salas, a exposição coloca em diálogo desenhos e esculturas, tornando visível a relação entre matriz e desdobramento, entre linguagem gráfica e presença tridimensional. O desenho surge, assim, como origem conceptual e formal, a partir da qual a obra ganha corpo, escala e presença no espaço.
O conjunto propõe uma leitura da obra de Ana Aragão enquanto sistema em expansão, onde unidade e diversidade coexistem sem se anularem. As esculturas evidenciam a capacidade da obra de se prolongar, projetando-se em novas direções e fixando-se em diferentes formas, sem se esgotar numa configuração única. Cada peça afirma-se como continuidade e desvio, contribuindo para a compreensão da obra como uma estrutura aberta, capaz de se desenvolver no tempo e de gerar novas manifestações a partir de um mesmo núcleo conceptual.
A abertura da exposição será antecedida por uma conferência do Vereador do Pelouro da Cultura e Património da Câmara Municipal do Porto, Jorge Sobrado, intitulada Relação entre o desenho e a forma material / Entre desenho e tridimensionalidade das peças.
A inauguração de Inventarium: Derivas da Forma terá lugar no dia 13 de abril, pelas 18h00, na Casa Comum e estará patente até ao dia 12 de setembro de 2026.
A entrada é livre.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
Conheça o programa completo aqui.
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Inventarium: Derivas da Forma parte da obra de Ana Aragão e explora a potencialidade expansiva dos seus desenhos, entendidos como um campo aberto a diferentes leituras, materializações e desdobramentos. As esculturas de Frederico Diz resultam de um processo de transposição desse universo visual, afirmando-se como uma das múltiplas expressões possíveis de uma mesma obra.
Organizada em três salas, a exposição coloca em diálogo desenhos e esculturas, tornando visível a relação entre matriz e desdobramento, entre linguagem gráfica e presença tridimensional. O desenho surge, assim, como origem conceptual e formal, a partir da qual a obra ganha corpo, escala e presença no espaço.
O conjunto propõe uma leitura da obra de Ana Aragão enquanto sistema em expansão, onde unidade e diversidade coexistem sem se anularem. As esculturas evidenciam a capacidade da obra de se prolongar, projetando-se em novas direções e fixando-se em diferentes formas, sem se esgotar numa configuração única. Cada peça afirma-se como continuidade e desvio, contribuindo para a compreensão da obra como uma estrutura aberta, capaz de se desenvolver no tempo e de gerar novas manifestações a partir de um mesmo núcleo conceptual.
A abertura da exposição será antecedida por uma conferência do Vereador do Pelouro da Cultura e Património da Câmara Municipal do Porto, Jorge Sobrado, intitulada Relação entre o desenho e a forma material / Entre desenho e tridimensionalidade das peças.
A inauguração de Inventarium: Derivas da Forma terá lugar no dia 13 de abril, pelas 18h00, na Casa Comum e estará patente até ao dia 12 de setembro de 2026.
A entrada é livre.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
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