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A Lehmann tem o prazer de apresentar A Palavra para Mundo é Poema | The Word for World is Poem, a primeira exposição individual na galeria da artista Ángela Jiménez Durán (nascida em 1996, em Madrid, ES; vive e trabalha em Paris, FR).
O título da exposição inspira-se no influente romance de ficção científica de Ursula K. Le Guin, The Word for World is Forest (A Palavra para Mundo é Floresta), no qual uma língua alienígena utiliza uma única palavra para designar simultaneamente "mundo" e "floresta". A partir desta sobreposição ecológica e linguística, Jiménez Durán constrói um território onde a poesia se torna o princípio fundamental para a construção do mundo.
Reunindo pintura, escultura e instalação, a exposição convida o público a entrar numa coreografia de entidades e poemas, que invoca a investigação contínua da artista em torno dos quatro elementos, da transformação da matéria e da ficção geológica. Ao interagir com a agência da matéria, Jiménez Durán dilui as fronteiras entre o humano e o não-humano, desenvolvendo o seu trabalho como uma narrativa descontínua na qual materialidades e elementos ficcionais se entrelaçam para imaginar futuros incertos.
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A Lehmann tem o prazer de apresentar A Palavra para Mundo é Poema | The Word for World is Poem, a primeira exposição individual na galeria da artista Ángela Jiménez Durán (nascida em 1996, em Madrid, ES; vive e trabalha em Paris, FR).
O título da exposição inspira-se no influente romance de ficção científica de Ursula K. Le Guin, The Word for World is Forest (A Palavra para Mundo é Floresta), no qual uma língua alienígena utiliza uma única palavra para designar simultaneamente "mundo" e "floresta". A partir desta sobreposição ecológica e linguística, Jiménez Durán constrói um território onde a poesia se torna o princípio fundamental para a construção do mundo.
Reunindo pintura, escultura e instalação, a exposição convida o público a entrar numa coreografia de entidades e poemas, que invoca a investigação contínua da artista em torno dos quatro elementos, da transformação da matéria e da ficção geológica. Ao interagir com a agência da matéria, Jiménez Durán dilui as fronteiras entre o humano e o não-humano, desenvolvendo o seu trabalho como uma narrativa descontínua na qual materialidades e elementos ficcionais se entrelaçam para imaginar futuros incertos.
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