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O trabalho de HElena Valsecchi desenvolve-se em torno de uma ideia de compenetração entre corpos, vivências dos lugares e estratificações minerais, míticas, temporais e históricas. Através de uma prática multidisciplinar, a artista investiga os limiares entre categorias culturalmente definidas, pondo-os em causa.
Os seus processos nascem de práticas de escuta e proximidade: caminhadas, recolha de materiais, e observação dos territórios, que integram e informam o processo artístico. A matéria (fogo, vidro, pigmentos ou elementos minerais e vegetais) nunca é neutra, mas atua como coautora, portadora de memória, símbolo e tensão.
As obras emergem assim como formas frágeis, precárias e estratificadas, em equilíbrio entre força e vulnerabilidade, evocando uma dimensão sensível da experiência e convidando ao apurar da escuta.
Durante o convívio da inauguração, a galeria convida o público a participar no devir coletivo da obra: cada contributo - seja uma frase, uma palavra ou um fragmento surgido do encontro com as peças - alimentará o trabalho através de um dispositivo de escrita intervencionado pela artista.
Um convite à partilha e à ação: deixar o papel de espectador e tornar-se parte integrante do fazer.
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O trabalho de HElena Valsecchi desenvolve-se em torno de uma ideia de compenetração entre corpos, vivências dos lugares e estratificações minerais, míticas, temporais e históricas. Através de uma prática multidisciplinar, a artista investiga os limiares entre categorias culturalmente definidas, pondo-os em causa.
Os seus processos nascem de práticas de escuta e proximidade: caminhadas, recolha de materiais, e observação dos territórios, que integram e informam o processo artístico. A matéria (fogo, vidro, pigmentos ou elementos minerais e vegetais) nunca é neutra, mas atua como coautora, portadora de memória, símbolo e tensão.
As obras emergem assim como formas frágeis, precárias e estratificadas, em equilíbrio entre força e vulnerabilidade, evocando uma dimensão sensível da experiência e convidando ao apurar da escuta.
Durante o convívio da inauguração, a galeria convida o público a participar no devir coletivo da obra: cada contributo - seja uma frase, uma palavra ou um fragmento surgido do encontro com as peças - alimentará o trabalho através de um dispositivo de escrita intervencionado pela artista.
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