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A Galeria Municipal do Porto convida o público a participar numa visita especial, na primeira pessoa, a duas das suas exposições. "Colapso", será apresentada pelo artista Silvestre Pestana; por sua vez, a visita a "Pele do Mar" será guiada pela artista Eunice Pais.
Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. Com curadoria de João Laia, a exposição apresenta uma nova instalação de grande escala intitulada "Colapso", uma obra que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.
A viver e trabalhar entre Esposende e o Porto, Eunice Pais é uma artista multidisciplinar luso-moçambicana, cuja prática convoca diferentes legados para interrogar formas de coexistência entre espécies e geografias. Nesta que é a sua primeira exposição em contexto institucional, com curadoria de Patrícia Coelho, a artista recorre ao filme e à instalação para explorar uma leitura expandida da paisagem, propondo um espaço de escuta que analisa as relações de interdependência entre memória e ecossistema.
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A Galeria Municipal do Porto convida o público a participar numa visita especial, na primeira pessoa, a duas das suas exposições. "Colapso", será apresentada pelo artista Silvestre Pestana; por sua vez, a visita a "Pele do Mar" será guiada pela artista Eunice Pais.
Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. Com curadoria de João Laia, a exposição apresenta uma nova instalação de grande escala intitulada "Colapso", uma obra que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.
A viver e trabalhar entre Esposende e o Porto, Eunice Pais é uma artista multidisciplinar luso-moçambicana, cuja prática convoca diferentes legados para interrogar formas de coexistência entre espécies e geografias. Nesta que é a sua primeira exposição em contexto institucional, com curadoria de Patrícia Coelho, a artista recorre ao filme e à instalação para explorar uma leitura expandida da paisagem, propondo um espaço de escuta que analisa as relações de interdependência entre memória e ecossistema.
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