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Se explicarmos uma piada, ela perde a graça?
Pela primeira vez, a Conversa de Galeria é dedicada às crianças e a convidada é a artista Luísa Abreu.
Nesta conversa as crianças vão explorar o riso e o humor como formas de pensar e fazer em arte.
Partindo de uma troca de palavras, a conversa cruza-se com outros modos de participação. A estrutura é definida ao longo do encontro, construída em conjunto e procurando o imprevisível que as crianças podem trazer. Entre perguntas, ativações e momentos de exploração partilhada, a curiosidade torna-se o ponto de partida para descobrir como o riso, o humor e o jogo podem transformar a forma como olhamos para a arte e para o mundo.
Luísa Abreu (1988, Amarante) vive e trabalha no Porto. O seu trabalho tem colocado a afetividade das práticas colaborativas e as intenções lúdicas no centro da prática artística, relacionando encontro, acaso, desvio e ficção com o fazer em arte. É cofundadora do PARALAXE, projeto de criação e investigação dedicado também à edição independente, e integra o coletivo Rua do Sol, com quem gere a Galeria do Sol. Desenvolve trabalho colaborativo continuado, destacando-se a dupla Didático Obscuro, com Maria Bernardino, desde 2020. Entre 2020 e 2025, colaborou com a Educação e Mediação Cultural d’A Oficina, em Guimarães, nomeadamente com o CIAJG (Centro Internacional das Artes José de Guimarães), desenvolvendo projetos de criação artística dirigidos às escolas públicas do concelho, no âmbito do programa Lições Iluminadas. Integrou a Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea do Estado (2023–2024). É Professora Assistente Convidada na Universidade do Minho, doutoranda na FBAUP e bolseira da FCT.
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Se explicarmos uma piada, ela perde a graça?
Pela primeira vez, a Conversa de Galeria é dedicada às crianças e a convidada é a artista Luísa Abreu.
Nesta conversa as crianças vão explorar o riso e o humor como formas de pensar e fazer em arte.
Partindo de uma troca de palavras, a conversa cruza-se com outros modos de participação. A estrutura é definida ao longo do encontro, construída em conjunto e procurando o imprevisível que as crianças podem trazer. Entre perguntas, ativações e momentos de exploração partilhada, a curiosidade torna-se o ponto de partida para descobrir como o riso, o humor e o jogo podem transformar a forma como olhamos para a arte e para o mundo.
Luísa Abreu (1988, Amarante) vive e trabalha no Porto. O seu trabalho tem colocado a afetividade das práticas colaborativas e as intenções lúdicas no centro da prática artística, relacionando encontro, acaso, desvio e ficção com o fazer em arte. É cofundadora do PARALAXE, projeto de criação e investigação dedicado também à edição independente, e integra o coletivo Rua do Sol, com quem gere a Galeria do Sol. Desenvolve trabalho colaborativo continuado, destacando-se a dupla Didático Obscuro, com Maria Bernardino, desde 2020. Entre 2020 e 2025, colaborou com a Educação e Mediação Cultural d’A Oficina, em Guimarães, nomeadamente com o CIAJG (Centro Internacional das Artes José de Guimarães), desenvolvendo projetos de criação artística dirigidos às escolas públicas do concelho, no âmbito do programa Lições Iluminadas. Integrou a Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea do Estado (2023–2024). É Professora Assistente Convidada na Universidade do Minho, doutoranda na FBAUP e bolseira da FCT.
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