Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. A exposição apresenta uma nova instalação de grande escala intitulada "Colapso", uma obra que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.
Artista incontornável da arte contemporânea do Porto e figura pioneira da poesia visual, da performance, da videoarte e da arte eletrónica e digital, Silvestre Pestana desenvolve uma prática exploratória desde a década de 1960. A exposição apresenta uma nova instalação de grande escala intitulada "Colapso", uma obra que expande a sua análise rigorosa sobre os impactos e escombros da tecnologia na nossa sociedade.