Marisa Ferreira (n. 1983, Portugal) vive e trabalha entre Oslo e Londres. Com formação em artes visuais e arte em espaço público, Marisa é atualmente doutoranda no Royal College of Art, em Londres, com a tese intitulada: “Waste Matter. Public Art and the (Im)Materiality of Post-Colonial Memory”, e é membro investigadora do SpaceX - Spatial Practices in Art and Architecture for Empathetic EXchange.
O seu trabalho inspira-se em memórias de infância, marcadas pelo contexto de perda e declínio industrial que caracterizou os anos 1980 no norte de Portugal, e centra-se em ruínas industriais e nos processos de desindustrialização que ocorreram na sequência do fim do império português. Através de metodologias interdisciplinares e baseadas na prática, trabalhos recentes investigam a interseção entre colonialismo e Antropoceno para abordar temas como materialidade-memória, colonialismo, deslocamento, justiça social e regeneração urbana. Muitas vezes esbatendo as fronteiras entre realidade e ficção, as obras exploram as formas como memória, lugar e identidade cultural se cruzam, procurando compreender como estruturas arquitetónicas abandonadas podem ajudar a entender um passado coletivo e como podem ser incorporadas em identidades narrativas que permitam repensar e imaginar um futuro mais inclusivo e sustentável.
Marisa Ferreira (n. 1983, Portugal) vive e trabalha entre Oslo e Londres. Com formação em artes visuais e arte em espaço público, Marisa é atualmente doutoranda no Royal College of Art, em Londres, com a tese intitulada: “Waste Matter. Public Art and the (Im)Materiality of Post-Colonial Memory”, e é membro investigadora do SpaceX - Spatial Practices in Art and Architecture for Empathetic EXchange.
O seu trabalho inspira-se em memórias de infância, marcadas pelo contexto de perda e declínio industrial que caracterizou os anos 1980 no norte de Portugal, e centra-se em ruínas industriais e nos processos de desindustrialização que ocorreram na sequência do fim do império português. Através de metodologias interdisciplinares e baseadas na prática, trabalhos recentes investigam a interseção entre colonialismo e Antropoceno para abordar temas como materialidade-memória, colonialismo, deslocamento, justiça social e regeneração urbana. Muitas vezes esbatendo as fronteiras entre realidade e ficção, as obras exploram as formas como memória, lugar e identidade cultural se cruzam, procurando compreender como estruturas arquitetónicas abandonadas podem ajudar a entender um passado coletivo e como podem ser incorporadas em identidades narrativas que permitam repensar e imaginar um futuro mais inclusivo e sustentável.