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Uma história bem contada continua a ser uma coisa à volta da qual faz sentido juntarmo-nos. Sabemos que há muitas maneiras de contar uma história, tantas que, a certa altura, a história já é outra - ou ainda será a mesma? No fimp’26 queremos desafiar o estimado público para se reunir em torno de um conjunto de obras que exploram as possibilidades do teatro de marionetas e objetos enquanto máquina heteróclita de contar histórias. Cervantes, Gogol, Victor Hugo, Dostoyevski, Heiner Müller, José Luis Peixoto, Regina Guimarães, entre outros, podem ser encontrados nas fichas dos espetáculos. São também criações que encontraram em obras literárias e na poesia um ponto de partida. Afinal, estas palavras, algumas escritas há vários séculos, outras há poucos meses, são bem capazes de nos inspirar. São ficções que nos fazem pensar de uma forma diferente sobre mundo em que vivemos. Há também projetos que se ligam muito diretamente à atualidade trazendo para a cena inquietações que talvez não pudessem ter existido noutros tempos, que se manifestam como uma reverberação da realidade posta em palco.
Tudo isto nos pode interpelar e tornar-nos construtores de uma imagem em constante movimento, de uma ideia possível para este mundo em transe. Tendo em conta que estamos a falar de marionetas, objetos e figurinhas animadas trata-se, sem exagero, de um grande feito a uma pequena escala.
É para este prodígio feito em tempo real e à vista de todos, para esta espécie de magia em que o ilusionismo acontece principalmente na mente de quem observa que vos convidamos uma vez mais. O fimp’26 trará ao Porto e a Matosinhos artistas da Lituânia, Polónia, Eslovénia, Bélgica, França, Espanha e Portugal. Gente de talento que, com mãos cuidadosas e vozes que buscam liberdade, vem partilhar o que sabem fazer melhor. Aproveitemos a sua companhia, pois.
O fimp’26 mantém a linha de uma programação maioritariamente para adultos, mas como é habitual há sempre qualquer coisa para os mais pequenos e as suas famílias. Este festival continua também a ser um lugar de descoberta e de aprendizagens, por isso a oferta formativa abrange profissionais e curiosos.
O fimp é o resultado de uma grande conjugação de vontades e por isso é importante agradecer a todos e todas os que tornam possível este festival: à Câmara Municipal do Porto e ao Teatro Municipal do Porto que continua a acolher e coproduzir uma parte importante do programa, ao Teatro Nacional São João, parceiro de sempre, à Câmara Municipal de Matosinhos e Teatro Municipal Constantino Nery, ao Teatro de Marionetas do Porto, Teatro do Bolhão e Teatro de Ferro. Também agradecemos à Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte e à Metro do Porto pela ajuda na divulgação do nosso projeto. O apoio sustentado da Direção-Geral das Artes/ Ministério da Cultura, Juventude e Desporto continua a ser estrutural. Uma vez mais, uma palavra de apreço a toda equipa do fimp, aos artistas e às equipas das entidades parceiras pelo profissionalismo e empenho. E, por fim, ao público - o que nos acompanha desde há muito e o que está agora a descobrir o fimp.
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Uma história bem contada continua a ser uma coisa à volta da qual faz sentido juntarmo-nos. Sabemos que há muitas maneiras de contar uma história, tantas que, a certa altura, a história já é outra - ou ainda será a mesma? No fimp’26 queremos desafiar o estimado público para se reunir em torno de um conjunto de obras que exploram as possibilidades do teatro de marionetas e objetos enquanto máquina heteróclita de contar histórias. Cervantes, Gogol, Victor Hugo, Dostoyevski, Heiner Müller, José Luis Peixoto, Regina Guimarães, entre outros, podem ser encontrados nas fichas dos espetáculos. São também criações que encontraram em obras literárias e na poesia um ponto de partida. Afinal, estas palavras, algumas escritas há vários séculos, outras há poucos meses, são bem capazes de nos inspirar. São ficções que nos fazem pensar de uma forma diferente sobre mundo em que vivemos. Há também projetos que se ligam muito diretamente à atualidade trazendo para a cena inquietações que talvez não pudessem ter existido noutros tempos, que se manifestam como uma reverberação da realidade posta em palco.
Tudo isto nos pode interpelar e tornar-nos construtores de uma imagem em constante movimento, de uma ideia possível para este mundo em transe. Tendo em conta que estamos a falar de marionetas, objetos e figurinhas animadas trata-se, sem exagero, de um grande feito a uma pequena escala.
É para este prodígio feito em tempo real e à vista de todos, para esta espécie de magia em que o ilusionismo acontece principalmente na mente de quem observa que vos convidamos uma vez mais. O fimp’26 trará ao Porto e a Matosinhos artistas da Lituânia, Polónia, Eslovénia, Bélgica, França, Espanha e Portugal. Gente de talento que, com mãos cuidadosas e vozes que buscam liberdade, vem partilhar o que sabem fazer melhor. Aproveitemos a sua companhia, pois.
O fimp’26 mantém a linha de uma programação maioritariamente para adultos, mas como é habitual há sempre qualquer coisa para os mais pequenos e as suas famílias. Este festival continua também a ser um lugar de descoberta e de aprendizagens, por isso a oferta formativa abrange profissionais e curiosos.
O fimp é o resultado de uma grande conjugação de vontades e por isso é importante agradecer a todos e todas os que tornam possível este festival: à Câmara Municipal do Porto e ao Teatro Municipal do Porto que continua a acolher e coproduzir uma parte importante do programa, ao Teatro Nacional São João, parceiro de sempre, à Câmara Municipal de Matosinhos e Teatro Municipal Constantino Nery, ao Teatro de Marionetas do Porto, Teatro do Bolhão e Teatro de Ferro. Também agradecemos à Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte e à Metro do Porto pela ajuda na divulgação do nosso projeto. O apoio sustentado da Direção-Geral das Artes/ Ministério da Cultura, Juventude e Desporto continua a ser estrutural. Uma vez mais, uma palavra de apreço a toda equipa do fimp, aos artistas e às equipas das entidades parceiras pelo profissionalismo e empenho. E, por fim, ao público - o que nos acompanha desde há muito e o que está agora a descobrir o fimp.
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