O Ruído dos Outros é uma instalação que surge de uma recolha diária de objetos esquecidos transformados pelo vento e pela chuva, que perpassam os limites entre o pessoal e a paisagem da cidade. Ao apropriar-me destes fragmentos (sacos, latas, papéis, etc.), revelo os fantasmas e as vozes que os habitam e que carregam o silêncio material do rasto dos outros. Esta arqueologia do invisível traduz-se numa obra suspensa que insiste em olhar, compreender e contar a história sem voz destes vestígios.
O Ruído dos Outros é uma instalação que surge de uma recolha diária de objetos esquecidos transformados pelo vento e pela chuva, que perpassam os limites entre o pessoal e a paisagem da cidade. Ao apropriar-me destes fragmentos (sacos, latas, papéis, etc.), revelo os fantasmas e as vozes que os habitam e que carregam o silêncio material do rasto dos outros. Esta arqueologia do invisível traduz-se numa obra suspensa que insiste em olhar, compreender e contar a história sem voz destes vestígios.