A Cor da Avidez nasce de um percurso desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, podendo resumir-se também num desejo em tons de vermelho: uma cor que se infiltra no quotidiano, ocupando a mesa, a rua, a pele e a memória, revelando a estranha beleza de tudo o que pode ser desejado e intenso. Um impulso que contamina tudo o que toca: seduz, aproxima, exagera, afasta ou permanece. Entre o familiar e o desmedido, estes trabalhos sucedem-se como quem nunca aprendeu a parar de querer mais um pouco.
A Cor da Avidez nasce de um percurso desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, podendo resumir-se também num desejo em tons de vermelho: uma cor que se infiltra no quotidiano, ocupando a mesa, a rua, a pele e a memória, revelando a estranha beleza de tudo o que pode ser desejado e intenso. Um impulso que contamina tudo o que toca: seduz, aproxima, exagera, afasta ou permanece. Entre o familiar e o desmedido, estes trabalhos sucedem-se como quem nunca aprendeu a parar de querer mais um pouco.