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O meu trabalho nasce de uma sensibilidade pelo simples, por aquilo que damos por garantido ou ignoramos — o mínimo, o essencial.
Nesta exposição, os quatro elementos não são simbologia, são territórios emocionais que habito ao criar.
A terra que nos ancora e nutre; o ar que nos sacode, mas liberta; a água que limpa ou afoga; o fogo que arde com paixão e consome.
Num mundo que insiste em dividir-nos, proponho um momento de reflexão: olhar para dentro, regressar ao essencial, àquilo que nos une.
Sugiro um retorno — recordar que, na essência, todos somos feitos da mesma matéria, movidos pelo mesmo pulso.
Flor Jerez
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O meu trabalho nasce de uma sensibilidade pelo simples, por aquilo que damos por garantido ou ignoramos — o mínimo, o essencial.
Nesta exposição, os quatro elementos não são simbologia, são territórios emocionais que habito ao criar.
A terra que nos ancora e nutre; o ar que nos sacode, mas liberta; a água que limpa ou afoga; o fogo que arde com paixão e consome.
Num mundo que insiste em dividir-nos, proponho um momento de reflexão: olhar para dentro, regressar ao essencial, àquilo que nos une.
Sugiro um retorno — recordar que, na essência, todos somos feitos da mesma matéria, movidos pelo mesmo pulso.
Flor Jerez
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