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Esta oficina propõe uma redescoberta do nosso corpo e do seu potencial para criar som e música. Vamos fazer exercícios de respiração, consciência corporal e consciência emocional, explorando a voz como a forma mais primitiva da manifestação que temos como seres humanos.
Não é necessário ter experiência como cantor/a, só precisas de um corpo e vontade de aumentar o volume a tua voz. Esta é um instrumento único e irrepetível, diretamente ligado à nossa identidade: reflete a nossa anatomia, bem como as nossas experiências. Cantar relaxa: é um sinal instantâneo de bem-estar para o nosso cérebro. Como diz o ditado popular, “quem canta, seus males espanta”.
Recomenda-se o uso de roupas desportivas e confortáveis
Participação gratuita. Inscrição obrigatória.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
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Esta oficina propõe uma redescoberta do nosso corpo e do seu potencial para criar som e música. Vamos fazer exercícios de respiração, consciência corporal e consciência emocional, explorando a voz como a forma mais primitiva da manifestação que temos como seres humanos.
Não é necessário ter experiência como cantor/a, só precisas de um corpo e vontade de aumentar o volume a tua voz. Esta é um instrumento único e irrepetível, diretamente ligado à nossa identidade: reflete a nossa anatomia, bem como as nossas experiências. Cantar relaxa: é um sinal instantâneo de bem-estar para o nosso cérebro. Como diz o ditado popular, “quem canta, seus males espanta”.
Recomenda-se o uso de roupas desportivas e confortáveis
Participação gratuita. Inscrição obrigatória.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
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