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Conversa poética e apresentação do livro "Um Mundo sem políticos", com a participação de movimentos sociais do Porto.
Democracia em extinção, Pedro Macedo
O relatório de 2025 do V-Dem (Instituto Sueco que avalia as democracias a nível global, com o apoio de milhares de académicos e especialistas) tem um título sugestivo: “25 Anos de Autocratização – Foi a Democracia Derrotada?”. De facto, vivemos tempos sombrios, e não é apenas a nossa perceção: o número de autocracias ultrapassou o número de democracias e 74% da população mundial vive em países autocráticos, onde o poder real se concentra em uma única pessoa ou grupo restrito.
Portugal não escapa a esta tendência e já não está incluído na lista cada vez mais restrita de ‘democracias liberais’, onde, para além de eleições, se garantem os direitos civis, e o poder político se sujeita à lei. Falar livremente passou a ser um exercício demasiado caro para muitos de nós e a responsabilização política é uma miragem.
No livro, “Um Mundo sem políticos“, defende-se a tese que é o momento de repensar o nosso sistema democrático, antes que seja tarde demais. Pedro Macedo propõe um ‘regresso às origens’, com um sistema de democracia direta como existia na Grécia Antiga e em tantas outras paragens. Como aliás está previsto na nossa Constituição, que agora faz 50 anos. “Governo do povo, pelo povo e para o povo”, como disse Abraham Lincoln no seu famoso discurso.
O Mundo é nosso para governar. E com o aumento das autocracias, surge a resistência. Pessoas que se juntam para criar hortas comunitárias, andar de bicicleta, salvar os mercados de frescos, promover a cultura independente ou o direito a ter vizinhos (e não apenas turistas). São exemplos vibrantes e radiosos, que vale a pena conhecer e que florescem no Porto.
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Conversa poética e apresentação do livro "Um Mundo sem políticos", com a participação de movimentos sociais do Porto.
Democracia em extinção, Pedro Macedo
O relatório de 2025 do V-Dem (Instituto Sueco que avalia as democracias a nível global, com o apoio de milhares de académicos e especialistas) tem um título sugestivo: “25 Anos de Autocratização – Foi a Democracia Derrotada?”. De facto, vivemos tempos sombrios, e não é apenas a nossa perceção: o número de autocracias ultrapassou o número de democracias e 74% da população mundial vive em países autocráticos, onde o poder real se concentra em uma única pessoa ou grupo restrito.
Portugal não escapa a esta tendência e já não está incluído na lista cada vez mais restrita de ‘democracias liberais’, onde, para além de eleições, se garantem os direitos civis, e o poder político se sujeita à lei. Falar livremente passou a ser um exercício demasiado caro para muitos de nós e a responsabilização política é uma miragem.
No livro, “Um Mundo sem políticos“, defende-se a tese que é o momento de repensar o nosso sistema democrático, antes que seja tarde demais. Pedro Macedo propõe um ‘regresso às origens’, com um sistema de democracia direta como existia na Grécia Antiga e em tantas outras paragens. Como aliás está previsto na nossa Constituição, que agora faz 50 anos. “Governo do povo, pelo povo e para o povo”, como disse Abraham Lincoln no seu famoso discurso.
O Mundo é nosso para governar. E com o aumento das autocracias, surge a resistência. Pessoas que se juntam para criar hortas comunitárias, andar de bicicleta, salvar os mercados de frescos, promover a cultura independente ou o direito a ter vizinhos (e não apenas turistas). São exemplos vibrantes e radiosos, que vale a pena conhecer e que florescem no Porto.
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