PT


É no plano instável do espelho de Aphrodite que esta exposição se inscreve. Um plano que recusa significados fixos e assume, antes, habitar a sua condição fragmentária e em transformação permanente, sob constelações de imagens, mitos e reflexos. Ver — para além de reconhecer e imaginar — torna-se participar no ato de constelar os brilhos da mente cintilante de Aphrodite, inscrevendo, na superfície instável de um espelho, essa mesma reflexão. O pensamento sobrevive, assim como Aphrodite, enquanto for movente e procurar, nesse espelho, preencher os intervalos que o tempo deixa em aberto.
Curadoria de Sofia Vermelho
Com:
Lydia Delikoura
Inês Dias Coelho
Mónica Nóbrega
Mais info
É no plano instável do espelho de Aphrodite que esta exposição se inscreve. Um plano que recusa significados fixos e assume, antes, habitar a sua condição fragmentária e em transformação permanente, sob constelações de imagens, mitos e reflexos. Ver — para além de reconhecer e imaginar — torna-se participar no ato de constelar os brilhos da mente cintilante de Aphrodite, inscrevendo, na superfície instável de um espelho, essa mesma reflexão. O pensamento sobrevive, assim como Aphrodite, enquanto for movente e procurar, nesse espelho, preencher os intervalos que o tempo deixa em aberto.
Curadoria de Sofia Vermelho
Com:
Lydia Delikoura
Inês Dias Coelho
Mónica Nóbrega
Partilhar
FB
X
WA
LINK
Relacionados
Da secção

Gratuito
Exposição

Oficina

Conversa

Gratuito
Exposição

Gratuito
Exposição