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![[Bibliotecas do Porto] - CURSO BREVE #42 — LER E OUVIR JOSÉ AFONSO](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/zeca_afonso.jpeg?fit=fill&w=1400)
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José Afonso é conhecido como o nosso maior cantor de intervenção. Esta perspetiva é muito redutora porque ofusca a sua real dimensão artística de compositor e de poeta. A canção de intervenção explicitamente política é uma parte minoritária da sua obra. Muitas das suas letras políticas foram escritas numa linguagem de feição surrealista para escaparem às malhas da censura, mas, por isso mesmo, escapavam também às malhas da compreensão e funcionavam acima de tudo como arte literária, entendida por muita gente como nonsense.
Depois, há um grande número de canções «não políticas», em que José Afonso se revela como um poeta de um lirismo estonteante, que vai, sempre à sua maneira, do neorrealismo ao surrealismo, passando por algumas incursões camonianas, porque Camões e os trovadores eram manifestamente uma das suas grandes paixões.
É este José Afonso completo, para além do cantor de intervenção, que se pretende mostrar neste Curso Breve, que evoca a obra do grande mestre na renovação da música popular portuguesa.
PROGRAMA
SEG 13 ABR, 18H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DO FADO DE COIMBRA À CANÇÃO DE INTERVENÇÃO (1953―1964)
SEG 20 ABR, 18H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
A NOVA MÚSICA POPULAR PORTUGUESA E A DITADURA (1964―1974)
SEG 27 ABR, 18H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
A MÚSICA POPULAR PORTUGUESA EM LIBERDADE (1974―1985)
SEG 4 MAI, 18H
MUSEU DO VINHO DO PORTO
JOSÉ AFONSO EM VOZ ALHEIA
13, 20, 27 de abril e 4 de maio | 18:00
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José Afonso é conhecido como o nosso maior cantor de intervenção. Esta perspetiva é muito redutora porque ofusca a sua real dimensão artística de compositor e de poeta. A canção de intervenção explicitamente política é uma parte minoritária da sua obra. Muitas das suas letras políticas foram escritas numa linguagem de feição surrealista para escaparem às malhas da censura, mas, por isso mesmo, escapavam também às malhas da compreensão e funcionavam acima de tudo como arte literária, entendida por muita gente como nonsense.
Depois, há um grande número de canções «não políticas», em que José Afonso se revela como um poeta de um lirismo estonteante, que vai, sempre à sua maneira, do neorrealismo ao surrealismo, passando por algumas incursões camonianas, porque Camões e os trovadores eram manifestamente uma das suas grandes paixões.
É este José Afonso completo, para além do cantor de intervenção, que se pretende mostrar neste Curso Breve, que evoca a obra do grande mestre na renovação da música popular portuguesa.
PROGRAMA
SEG 13 ABR, 18H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
DO FADO DE COIMBRA À CANÇÃO DE INTERVENÇÃO (1953―1964)
SEG 20 ABR, 18H
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
A NOVA MÚSICA POPULAR PORTUGUESA E A DITADURA (1964―1974)
SEG 27 ABR, 18H
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A MÚSICA POPULAR PORTUGUESA EM LIBERDADE (1974―1985)
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