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“Águas que curam” toma como mote o Lavadouro e o elemento água para refletir sobre modos alternativos de terapia e sobre formas de nos ligarmos à vegetação espontânea que nos rodeia.
O workshop terá lugar no Lavadouro das Fontainhas, espaço que guarda marcas da memória coletiva das gentes que ali se juntavam para lavar roupa. Também o topónimo ‘Fontainhas’ está intimamente ligado à água: deriva do latim fontanīna, que significa ‘fonte pequena’, numa alusão às numerosas fontes e nascentes que outrora abundavam nesta zona da cidade.
Aqui, nesta varanda sobre o rio Douro, vamos partilhar diferentes métodos de extrair os compostos químicos das plantas medicinais através da água, como a infusão, a decocção e a maceração. Os participantes aprenderão a preparar remédios caseiros à base de água para tratar sintomas relacionados com a água nos nossos corpos — como infecções urinárias, expectoração, retenção de líquidos, desidratação, diarreias, furúnculos, menstruação abundante —, tirando partido dos benefícios terapêuticos das espécies vegetais espontâneas colhidas previamente no Ramal da Alfândega. Daremos especial atenção às plantas que também estão, de alguma forma, associadas à água: seja por despontarem em zonas húmidas ou periodicamente alagadas, como a hortelã-de-burro, a morugem e o agrião; seja por possuírem folhas hidrofóbicas (isto é, que repelem a água), como a capuchinha; ou por serem espécies ribeirinhas, como o sabugueiro.
Através destas práticas, propõe-se também reconhecer a água como elemento de cuidado — tanto nos nossos corpos como nos ecossistemas que habitamos.
Inscrição obrigatória através do QR code no cartaz ou e-mail cultivaraproximidade@gmail.com
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“Águas que curam” toma como mote o Lavadouro e o elemento água para refletir sobre modos alternativos de terapia e sobre formas de nos ligarmos à vegetação espontânea que nos rodeia.
O workshop terá lugar no Lavadouro das Fontainhas, espaço que guarda marcas da memória coletiva das gentes que ali se juntavam para lavar roupa. Também o topónimo ‘Fontainhas’ está intimamente ligado à água: deriva do latim fontanīna, que significa ‘fonte pequena’, numa alusão às numerosas fontes e nascentes que outrora abundavam nesta zona da cidade.
Aqui, nesta varanda sobre o rio Douro, vamos partilhar diferentes métodos de extrair os compostos químicos das plantas medicinais através da água, como a infusão, a decocção e a maceração. Os participantes aprenderão a preparar remédios caseiros à base de água para tratar sintomas relacionados com a água nos nossos corpos — como infecções urinárias, expectoração, retenção de líquidos, desidratação, diarreias, furúnculos, menstruação abundante —, tirando partido dos benefícios terapêuticos das espécies vegetais espontâneas colhidas previamente no Ramal da Alfândega. Daremos especial atenção às plantas que também estão, de alguma forma, associadas à água: seja por despontarem em zonas húmidas ou periodicamente alagadas, como a hortelã-de-burro, a morugem e o agrião; seja por possuírem folhas hidrofóbicas (isto é, que repelem a água), como a capuchinha; ou por serem espécies ribeirinhas, como o sabugueiro.
Através destas práticas, propõe-se também reconhecer a água como elemento de cuidado — tanto nos nossos corpos como nos ecossistemas que habitamos.
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