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Que plantas são estas que brotam do chão, que pisamos e tantas vezes maldizemos? Algumas dão bons remédios, umas servem de alimento para insetos, outras de casa para lagartixas… e muitas são comestíveis!
Nesta atividade, metade passeio, metade oficina, vamos aprender a identificar a vegetação que se come e que nos cura e, sobretudo, vamos aprender a valorizá-la e a deixar de lhe chamar daninha! Começamos por descer as escadas junto ao Lavadouro das Fontaínhas e partimos à descoberta das ervas e flores que crescem um pouco por todo o lado — nas margens das hortas, nas ranhuras do caminho, nas pedras dos muros. Enquanto fazemos a colheita das plantas, sentimos os cheiros e as texturas, observamos as formas e as cores, e provamos os sabores únicos de cada uma delas. De seguida, regressamos ao Lavadouro onde, numa mesa improvisada por cima dos tanques, começamos a construir um herbário de plantas silvestres e a preparar uma conserva agridoce para levar para casa.
A capuchinha é picante, a borragem dá coragem, o funcho sabe a rebuçado da tosse, a tanchagem a cogumelos e a erva-azeda mais parece limão!
NOTA:
Esta será uma oficina ao ar livre e de experimentação, pelo que aconselha-se o uso de roupa velha, calçado confortável, chapéu e protetor solar. Pedimos ainda que tragam uma caneta e fita-cola. Nós oferecemos o caderno para a construção do herbário.
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Que plantas são estas que brotam do chão, que pisamos e tantas vezes maldizemos? Algumas dão bons remédios, umas servem de alimento para insetos, outras de casa para lagartixas… e muitas são comestíveis!
Nesta atividade, metade passeio, metade oficina, vamos aprender a identificar a vegetação que se come e que nos cura e, sobretudo, vamos aprender a valorizá-la e a deixar de lhe chamar daninha! Começamos por descer as escadas junto ao Lavadouro das Fontaínhas e partimos à descoberta das ervas e flores que crescem um pouco por todo o lado — nas margens das hortas, nas ranhuras do caminho, nas pedras dos muros. Enquanto fazemos a colheita das plantas, sentimos os cheiros e as texturas, observamos as formas e as cores, e provamos os sabores únicos de cada uma delas. De seguida, regressamos ao Lavadouro onde, numa mesa improvisada por cima dos tanques, começamos a construir um herbário de plantas silvestres e a preparar uma conserva agridoce para levar para casa.
A capuchinha é picante, a borragem dá coragem, o funcho sabe a rebuçado da tosse, a tanchagem a cogumelos e a erva-azeda mais parece limão!
NOTA:
Esta será uma oficina ao ar livre e de experimentação, pelo que aconselha-se o uso de roupa velha, calçado confortável, chapéu e protetor solar. Pedimos ainda que tragam uma caneta e fita-cola. Nós oferecemos o caderno para a construção do herbário.
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