PT

EN
Conversas filosóficas Horizontalidade Comum
Mapa da ilha de Utopia (Utopiae Insulae Figura) Edição de Louvain de 1516, provavelmente desenhada par Gerhard Geklenhauer
Conversas Filosóficas — Horizontalidade Comum
O Comum no Século XXI
Conversas filosóficas Horizontalidade Comum
Mapa da ilha de Utopia (Utopiae Insulae Figura) Edição de Louvain de 1516, provavelmente desenhada par Gerhard Geklenhauer

Horizontalidade Comum – em que medida a metáfora do horizonte pode contribuir para a formação da comunidade?

A horizontalidade está presente nas formas de organização desde muito cedo. As oligarquias gregas inventaram um sistema de governo em que as decisões emanavam de um sistema de votos em que cada membro daquela comunidade tinha um voto. A fé cristã também usou o exemplo de seu profeta para falar que todos são iguais perante o seu deus. Com a revolução científica, as utopias, a revolução industrial e o comunismo soviético, a horizontalidade ganhou contornos diversos e inesperados, que nos últimos anos a antropologia também veio explorar. Nessa conversa, mais do que nos deter sobre uma história da igualdade, vamos nos focar na metáfora do horizonte – como ela é mobilizada nesses discursos? Quais as vantagens e os riscos de seu uso? Quais são os sentidos implícitos aos seus usos?

O ciclo de conversas "O Comum no século XXI" aborda referências não convencionais e atuais em torno de um tema cada vez mais urgente em desuso, convidando seus participantes a mobilizar conceitos filosóficos para além das ordens públicas e privadas.

Sugestão de leitura: “Copérnico e os Selvagens” (primeiro capítulo do livro "A Sociedade contra o Estado"), de Pierre Clastres

07
Out
2026
2026-10-07T21:00:00Z
2026-10-07T22:22:00Z
Espaço Musas
21:00

+Cal

Gratuito

Terra das Crianças, Musas, R. do Bonjardim, 998

Mais info

Conversas filosóficas Horizontalidade Comum

Guardar no Calendário

Conversas filosóficas Horizontalidade Comum
Gratuito
Ar livre
Não Acessível Para Mobilidade Reduzida

Horizontalidade Comum – em que medida a metáfora do horizonte pode contribuir para a formação da comunidade?

A horizontalidade está presente nas formas de organização desde muito cedo. As oligarquias gregas inventaram um sistema de governo em que as decisões emanavam de um sistema de votos em que cada membro daquela comunidade tinha um voto. A fé cristã também usou o exemplo de seu profeta para falar que todos são iguais perante o seu deus. Com a revolução científica, as utopias, a revolução industrial e o comunismo soviético, a horizontalidade ganhou contornos diversos e inesperados, que nos últimos anos a antropologia também veio explorar. Nessa conversa, mais do que nos deter sobre uma história da igualdade, vamos nos focar na metáfora do horizonte – como ela é mobilizada nesses discursos? Quais as vantagens e os riscos de seu uso? Quais são os sentidos implícitos aos seus usos?

O ciclo de conversas "O Comum no século XXI" aborda referências não convencionais e atuais em torno de um tema cada vez mais urgente em desuso, convidando seus participantes a mobilizar conceitos filosóficos para além das ordens públicas e privadas.

Sugestão de leitura: “Copérnico e os Selvagens” (primeiro capítulo do livro "A Sociedade contra o Estado"), de Pierre Clastres

Partilhar

Relacionados

Da secção

Conversas
Conversas filosóficas Horizontalidade Comum
agenda-porto.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile