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paula lopes
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Plano Trifásico apresentam A Morte da Gárgula
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Plano Trifásico apresentam o disco A Morte da Gárgula

Sofia Teixeira fez muitos cursos e colecionou muitas gárgulas. Tocou saxofone de forma obsessiva até por volta dos 20 anos, e depois viu que havia vida lá fora. É produtora, gosta de escrever, embora não o faça, e de tocar com os trifásicos. Inês Luzio é de Arganil. Estudou muito eufónio e chegou mesmo a passar um ano com ele em Lucerna. Ao longo do tempo teve vários coletivos de música contemporânea. Gosta de dança e de teatro. Faz pesquisa artística interdisciplinar. Zé Figueiredo aproximou-se da música como autodidata. É membro fundador (para além do Plano Trifásico) de Peixe:Avião, Smix Smox Smux, Maquina Del Amor. Está a desenvolver o projeto a solo Six Pairs of Consecutive Triangle Numbers, onde faz a transposição de conceitos geométricos para o domínio do ritmo, em eletrónica.

Um baixo, um eufónio e um saxofone entram num café. Entre uma série de experiências que não têm nada a ver – a formação clássica académica, o punk, a marcha de procissão, o krautrock, o conceito de mentor, uma discórdia completa acerca do que é uma palheta, o pistão ou o seu plural – há uma convergência desde o primeiro momento: os princípios composicionais da música minimalista, cujos parâmetros se desdobram em possibilidades quando estão estes instrumentos na paleta.
Foram explorando lógicas de padrões sequenciais e manipulando timbres e afinações — quer de forma integralmente acústica, quer recorrendo a meios eletrónicos. Foram gostando cada vez mais das divergências que há muito eram óbvias e foram encontrando convergências de que não desconfiavam. Concordaram que era melhor assinar tudo em conjunto e, em conjunto, assassinar as gárgulas que há muito os exploravam.

Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.

Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho. Os donativos na sua totalidade, são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade de quem possa e queira dar um pouco mais.

31
Mar
2026-03-31T19:00:00Z
2026-03-31T21:30:00Z
Hotelier
19:00

+Cal

5-10€ (contribuição para os músicos)
R. Anselmo Braamcamp, 324

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Concerto
Animais Permitidos

Plano Trifásico apresentam o disco A Morte da Gárgula

Sofia Teixeira fez muitos cursos e colecionou muitas gárgulas. Tocou saxofone de forma obsessiva até por volta dos 20 anos, e depois viu que havia vida lá fora. É produtora, gosta de escrever, embora não o faça, e de tocar com os trifásicos. Inês Luzio é de Arganil. Estudou muito eufónio e chegou mesmo a passar um ano com ele em Lucerna. Ao longo do tempo teve vários coletivos de música contemporânea. Gosta de dança e de teatro. Faz pesquisa artística interdisciplinar. Zé Figueiredo aproximou-se da música como autodidata. É membro fundador (para além do Plano Trifásico) de Peixe:Avião, Smix Smox Smux, Maquina Del Amor. Está a desenvolver o projeto a solo Six Pairs of Consecutive Triangle Numbers, onde faz a transposição de conceitos geométricos para o domínio do ritmo, em eletrónica.

Um baixo, um eufónio e um saxofone entram num café. Entre uma série de experiências que não têm nada a ver – a formação clássica académica, o punk, a marcha de procissão, o krautrock, o conceito de mentor, uma discórdia completa acerca do que é uma palheta, o pistão ou o seu plural – há uma convergência desde o primeiro momento: os princípios composicionais da música minimalista, cujos parâmetros se desdobram em possibilidades quando estão estes instrumentos na paleta.
Foram explorando lógicas de padrões sequenciais e manipulando timbres e afinações — quer de forma integralmente acústica, quer recorrendo a meios eletrónicos. Foram gostando cada vez mais das divergências que há muito eram óbvias e foram encontrando convergências de que não desconfiavam. Concordaram que era melhor assinar tudo em conjunto e, em conjunto, assassinar as gárgulas que há muito os exploravam.

Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.

Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho. Os donativos na sua totalidade, são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade de quem possa e queira dar um pouco mais.

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