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O Coro da Sé Catedral do Porto (CSCP) promove o concerto comemorativo do 90.º aniversário do cónego António Ferreira dos Santos, a ocorrer no dia 26 de junho, pelas 21h30, na Sé Catedral do Porto. Esta comemoração é igualmente uma homenagem de reconhecimento profundo ao fundador do nosso coro, por ele criado em 1971.
Serão intérpretes o CSCO, cinco solistas e a Orquestra Clássica da Maia, sob a direção dos Maestros Martin Lutz e de Tiago Ferreira.
O repertório deste concerto é constituído por 3 Magnificat:
• Magnificat BWV 243, de J.S. Bach
• Magnificat SWV 468, de Heinrich Schütz
• Magnificat, de A. Ferreira dos Santos
As composições do Magnificat por Bach (BWV 243), Schütz (SWV 468) e Ferreira dos Santos compartilham a celebração do cântico de Maria, embora apresentem variações históricas e estilísticas. Bach insere sua obra na tradição luterana com estrutura equilibrada para coro e orquestra; Schütz explora texturas policorais e instrumentos variados refletindo práticas protestantes e católicas; Ferreira dos Santos traz elementos portugueses contemporâneos e destaca contrastes expressivos. Cada compositor imprime características próprias em contexto litúrgico, instrumentalização e expressividade, mas todos convergem na valorização do texto bíblico através da música coral-sinfónica.
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O Coro da Sé Catedral do Porto (CSCP) promove o concerto comemorativo do 90.º aniversário do cónego António Ferreira dos Santos, a ocorrer no dia 26 de junho, pelas 21h30, na Sé Catedral do Porto. Esta comemoração é igualmente uma homenagem de reconhecimento profundo ao fundador do nosso coro, por ele criado em 1971.
Serão intérpretes o CSCO, cinco solistas e a Orquestra Clássica da Maia, sob a direção dos Maestros Martin Lutz e de Tiago Ferreira.
O repertório deste concerto é constituído por 3 Magnificat:
• Magnificat BWV 243, de J.S. Bach
• Magnificat SWV 468, de Heinrich Schütz
• Magnificat, de A. Ferreira dos Santos
As composições do Magnificat por Bach (BWV 243), Schütz (SWV 468) e Ferreira dos Santos compartilham a celebração do cântico de Maria, embora apresentem variações históricas e estilísticas. Bach insere sua obra na tradição luterana com estrutura equilibrada para coro e orquestra; Schütz explora texturas policorais e instrumentos variados refletindo práticas protestantes e católicas; Ferreira dos Santos traz elementos portugueses contemporâneos e destaca contrastes expressivos. Cada compositor imprime características próprias em contexto litúrgico, instrumentalização e expressividade, mas todos convergem na valorização do texto bíblico através da música coral-sinfónica.
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