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A ópera Os Dias Levantados é a mais importante obra musical erudita dedicada ao 25 de Abril de 1974, da autoria de um compositor fundamental da história da música contemporânea em Portugal, António Pinho Vargas.
Estreou mundialmente no Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Abril de 1998, encomendada no âmbito da Expo 98. Como escreveu António Pinho Vargas (1951-), o 25 de Abril “foi maravilhoso e inesquecível”. O compositor procurou, ao compor a ópera, "a defesa da impureza e da liberdade no processo criativo".
Os Dias Levantados parte dos últimos dias da ditadura, onde o medo, a censura e a guerra coexistem com a esperança de mudança. A Revolução irrompe, unindo militares e população num momento de celebração e de afirmação democrática. Mas a liberdade abre também caminho ao confronto de ideias, às incertezas e à construção de um futuro comum.
O libreto, da autoria de Manuel Gusmão (1945-2023), espelha essa liberdade criativa, fazendo explodir inúmeras e variadas vozes poéticas. A obra cruza acontecimentos históricos com uma dimensão simbólica, refletindo sobre a liberdade, a coragem de mudar, a democracia, a memória e o futuro.
Os Dias Levantados é uma das quatro óperas compostas por António Pinho Vargas. A apresentação em versão concerto no Porto desta obra do músico, compositor, intérprete e investigador portuense é um dos grandes destaques da programação de 2026, numa coprodução entre o Coliseu Porto Ageas e o Teatro Nacional de São Carlos.
Os Dias Levantados:
Ópera de António Pinho Vargas
Libreto de Manuel Gusmão
Direção Musical de Pedro Amaral
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Orquestra Sinfónica Portuguesa
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A ópera Os Dias Levantados é a mais importante obra musical erudita dedicada ao 25 de Abril de 1974, da autoria de um compositor fundamental da história da música contemporânea em Portugal, António Pinho Vargas.
Estreou mundialmente no Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Abril de 1998, encomendada no âmbito da Expo 98. Como escreveu António Pinho Vargas (1951-), o 25 de Abril “foi maravilhoso e inesquecível”. O compositor procurou, ao compor a ópera, "a defesa da impureza e da liberdade no processo criativo".
Os Dias Levantados parte dos últimos dias da ditadura, onde o medo, a censura e a guerra coexistem com a esperança de mudança. A Revolução irrompe, unindo militares e população num momento de celebração e de afirmação democrática. Mas a liberdade abre também caminho ao confronto de ideias, às incertezas e à construção de um futuro comum.
O libreto, da autoria de Manuel Gusmão (1945-2023), espelha essa liberdade criativa, fazendo explodir inúmeras e variadas vozes poéticas. A obra cruza acontecimentos históricos com uma dimensão simbólica, refletindo sobre a liberdade, a coragem de mudar, a democracia, a memória e o futuro.
Os Dias Levantados é uma das quatro óperas compostas por António Pinho Vargas. A apresentação em versão concerto no Porto desta obra do músico, compositor, intérprete e investigador portuense é um dos grandes destaques da programação de 2026, numa coprodução entre o Coliseu Porto Ageas e o Teatro Nacional de São Carlos.
Os Dias Levantados:
Ópera de António Pinho Vargas
Libreto de Manuel Gusmão
Direção Musical de Pedro Amaral
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Orquestra Sinfónica Portuguesa
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