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Quem decreta o que é certo ou errado?
Quem decreta que o amor é prisão ou liberdade?
Amor de Perdição é uma ópera que ultrapassa a barreira do tempo.
Uma criação que nos confronta com um sentimento maior do que qualquer uma das personagens; que nos coloca sob a luz – e o seu excesso – “A cegueira que cega, ao cerrar os olhos… não é a maior cegueira…” – sobre as dúvidas, as perguntas, os anseios e a ironia de Camilo.
Teresa, Simão e Mariana movem-se entre muros, cartas e memórias, prisioneiros de um sentimento, mas com os olhos e o coração fixos na maior liberdade que só o amor nos pode trazer.
Com três solistas que, por vezes, também são coro, como se cada um de nós pudesse ser um deles, e com um coro que tantas vezes diz o que pensamos em silêncio, esta ópera traz consigo uma pergunta que persiste no tempo:
Afinal, quem decreta o amor?
Equipa artística:
Libreto: Eduarda Freitas
Música: Fernando C. Lapa
Encenação: Ángel Fragua
Direção Musical: Jan Wierzba
Desenho de Luz: Cárin Geada
Intérpretes: Raquel Mendes (soprano); Paulo Lapa (tenor) e Inês Constantino (mezzosoprano)
Com: Moços do Coro e Oniros Ensemble
Criação e Produção: Inquieta
Uma encomenda da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte
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Quem decreta o que é certo ou errado?
Quem decreta que o amor é prisão ou liberdade?
Amor de Perdição é uma ópera que ultrapassa a barreira do tempo.
Uma criação que nos confronta com um sentimento maior do que qualquer uma das personagens; que nos coloca sob a luz – e o seu excesso – “A cegueira que cega, ao cerrar os olhos… não é a maior cegueira…” – sobre as dúvidas, as perguntas, os anseios e a ironia de Camilo.
Teresa, Simão e Mariana movem-se entre muros, cartas e memórias, prisioneiros de um sentimento, mas com os olhos e o coração fixos na maior liberdade que só o amor nos pode trazer.
Com três solistas que, por vezes, também são coro, como se cada um de nós pudesse ser um deles, e com um coro que tantas vezes diz o que pensamos em silêncio, esta ópera traz consigo uma pergunta que persiste no tempo:
Afinal, quem decreta o amor?
Equipa artística:
Libreto: Eduarda Freitas
Música: Fernando C. Lapa
Encenação: Ángel Fragua
Direção Musical: Jan Wierzba
Desenho de Luz: Cárin Geada
Intérpretes: Raquel Mendes (soprano); Paulo Lapa (tenor) e Inês Constantino (mezzosoprano)
Com: Moços do Coro e Oniros Ensemble
Criação e Produção: Inquieta
Uma encomenda da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte
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