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Em 1979, na sequência da edição do EP Jorge Morreu, o saudoso radialista António Sérgio classificou o universo sonoro dos UHF como underground português. Detetou ali uma nova linguagem musical e literária saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios. 47 anos transcorridos sobre essa estreia discográfica, a “locomotiva de Almada”, como alguns então lhe chamaram, traz à Casa da Música, onde se apresenta pelo nono ano consecutivo, o concerto UNDERGROUND-UHF. É um repertório “quase virgem” aquele com que a banda preenche esta experiência de uma só noite, em que não são aceites discos pedidos. A escolha está feita, é inegociável e anuncia “22 canções a sair da toca que os sucessos tapam”.
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Em 1979, na sequência da edição do EP Jorge Morreu, o saudoso radialista António Sérgio classificou o universo sonoro dos UHF como underground português. Detetou ali uma nova linguagem musical e literária saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios. 47 anos transcorridos sobre essa estreia discográfica, a “locomotiva de Almada”, como alguns então lhe chamaram, traz à Casa da Música, onde se apresenta pelo nono ano consecutivo, o concerto UNDERGROUND-UHF. É um repertório “quase virgem” aquele com que a banda preenche esta experiência de uma só noite, em que não são aceites discos pedidos. A escolha está feita, é inegociável e anuncia “22 canções a sair da toca que os sucessos tapam”.
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