As cordas vibrantes estão no centro de muitas tradições musicais e são a base de instrumentos como a guitarra clássica, a guitarra elétrica, a viola campaniça ou a viola braguesa. Em Teoria das Cordas, estes instrumentos encontram-se num concerto que parte de gestos familiares – dedilhar, repetir, ressoar – para explorar até onde pode ir o som de uma corda. Entre peças mais próximas do universo da guitarra e outros momentos de maior suspensão e escuta, propõe-se um percurso onde diferentes épocas, técnicas e sonoridades se cruzam, mostrando como uma ideia simples – uma corda em vibração – pode dar origem a uma grande diversidade de formas musicais.