Compositor e multi-instrumentista, Miguel Marôco editou em dezembro de 2020 o seu primeiro EP, Noite, e meses depois venceu o concurso de submissão livre do 55.º Festival da Canção com o tema “Girassol”, que interpretou numa das semifinais. Seguiu-se o álbum de estreia, Marôco, onde vagueou sozinho por entre estilos como o indie, a folk, o r&b e outros. Já sob chancela da editora Cuca Monga lançou o sucessor, A Eternidade, mescla de cancioneiro português e jazz de fusão, e agora vem à Casa da Música apresentar o terceiro, Desgraça, um trabalho autobiográfico que alia as canções de influência jazzística à eficácia e precisão da pop sintetizada.