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Expoentes da nova vaga da música tuaregue e grandes regeneradores do assouf (conhecido como blues do deserto), os Imarhan apresentam o álbum Essam, onde pela primeira vez se afastam do domínio absoluto das guitarras para explorar paisagens eletrónicas e produções evocativas. Poesia ancestral, funk, rock psicadélico e ritmos pan-africanos foram sempre linhas mestras do universo sonoro do quinteto argelino, que agora tanto pisca o olho à folk-pop cósmica como se alinha com a vanguarda das pistas de dança. A banda que não se revê no rótulo vago e redutor de “world music” continua a provar que tradição e modernidade não são realidades opostas, mas antes o combustível uma da outra.
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Expoentes da nova vaga da música tuaregue e grandes regeneradores do assouf (conhecido como blues do deserto), os Imarhan apresentam o álbum Essam, onde pela primeira vez se afastam do domínio absoluto das guitarras para explorar paisagens eletrónicas e produções evocativas. Poesia ancestral, funk, rock psicadélico e ritmos pan-africanos foram sempre linhas mestras do universo sonoro do quinteto argelino, que agora tanto pisca o olho à folk-pop cósmica como se alinha com a vanguarda das pistas de dança. A banda que não se revê no rótulo vago e redutor de “world music” continua a provar que tradição e modernidade não são realidades opostas, mas antes o combustível uma da outra.
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