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O maestro britânico Alpesh Chauhan, diretor musical da Companhia de Ópera de Birmingham, apresenta-se pela primeira vez na Casa da Música. Traz-nos a Sinfonia n.º 8 de Chostakovitch, uma das obras sinfónicas mais controversas do compositor russo. Escrita no verão de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, o seu pendor sombrio e desesperado foi mal recebido na União Soviética, tendo em conta os então recentes sucessos do Exército Vermelho. Chostakovitch ter-se-á defendido dizendo que a Oitava era “uma obra otimista e um hino à vida”, com base no conceito de que “tudo o que é escuro e tenebroso tende a desaparecer e o belo acaba por triunfar”. Nos 120 anos do nascimento do compositor, esta é uma oportunidade para ouvir uma das suas obras mais sublimes e misteriosas, raramente apresentada em concerto.
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O maestro britânico Alpesh Chauhan, diretor musical da Companhia de Ópera de Birmingham, apresenta-se pela primeira vez na Casa da Música. Traz-nos a Sinfonia n.º 8 de Chostakovitch, uma das obras sinfónicas mais controversas do compositor russo. Escrita no verão de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, o seu pendor sombrio e desesperado foi mal recebido na União Soviética, tendo em conta os então recentes sucessos do Exército Vermelho. Chostakovitch ter-se-á defendido dizendo que a Oitava era “uma obra otimista e um hino à vida”, com base no conceito de que “tudo o que é escuro e tenebroso tende a desaparecer e o belo acaba por triunfar”. Nos 120 anos do nascimento do compositor, esta é uma oportunidade para ouvir uma das suas obras mais sublimes e misteriosas, raramente apresentada em concerto.
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