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CaO Patrimónios e Arte Pública
"Monumento ao Empresário já marca paisagem em Campanhã", 2024 Jornal de Notícias de 24 de abril de 2024 © Fotografia: Leonel de Castro / Global Imagens
Patrimónios e Arte Pública — De Montebelo a Santa Maria de Campanhã
Caminhos a Oriente
CaO Patrimónios e Arte Pública
"Monumento ao Empresário já marca paisagem em Campanhã", 2024 Jornal de Notícias de 24 de abril de 2024 © Fotografia: Leonel de Castro / Global Imagens

Caminhada participada orientada por José Guilherme Abreu

Ponto de encontro: Capela de Montebelo

Palacetes, quintas, capelas, igrejas, fontes e jardins, singulares pela sua arquitetura, desenho e localização, por entre uma rede de património industrial e empresarial, pontuam a zona oriental do Porto e ajudam-nos a compreender parte importante da riqueza patrimonial destes terrenos entre os séculos XIX e XX bastante apetecíveis para as famílias mais abastadas ou culturalmente influentes na época. Na contemporaneidade, com o desenvolvimento da Arte Pública nas suas mais diversas expressões (murais, monumentos, arte de jardins, arte cemiterial, esculturas), também esta área tem sido objeto de uma dinamização paulatina e, por entre os canónicos elementos do património, pontuam alguns exemplos bastante paradigmáticos que nos permitem conciliar num discurso inclusivo e participado, modernidade com tradição. Esse convívio entre tempos distintos pretende conduzir o caminhante por entre épocas distintas e potenciar a sua imaginação relativamente à convivência na cidade atual da Arte Pública e do Património, feito pelas pessoas, com as pessoas, para as pessoas.

11
Out
2026
2026-10-11T10:00:00Z
2026-10-11T13:00:00Z
Vários locais
10:00

+Cal

Gratuito

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Evento de

Caminhos a Oriente
Gratuito
Ar livre

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Ponto de encontro: Capela de Montebelo

Palacetes, quintas, capelas, igrejas, fontes e jardins, singulares pela sua arquitetura, desenho e localização, por entre uma rede de património industrial e empresarial, pontuam a zona oriental do Porto e ajudam-nos a compreender parte importante da riqueza patrimonial destes terrenos entre os séculos XIX e XX bastante apetecíveis para as famílias mais abastadas ou culturalmente influentes na época. Na contemporaneidade, com o desenvolvimento da Arte Pública nas suas mais diversas expressões (murais, monumentos, arte de jardins, arte cemiterial, esculturas), também esta área tem sido objeto de uma dinamização paulatina e, por entre os canónicos elementos do património, pontuam alguns exemplos bastante paradigmáticos que nos permitem conciliar num discurso inclusivo e participado, modernidade com tradição. Esse convívio entre tempos distintos pretende conduzir o caminhante por entre épocas distintas e potenciar a sua imaginação relativamente à convivência na cidade atual da Arte Pública e do Património, feito pelas pessoas, com as pessoas, para as pessoas.

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