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Caminhada participada orientada por José Guilherme Abreu
Ponto de encontro: Capela de Montebelo
Palacetes, quintas, capelas, igrejas, fontes e jardins, singulares pela sua arquitetura, desenho e localização, por entre uma rede de património industrial e empresarial, pontuam a zona oriental do Porto e ajudam-nos a compreender parte importante da riqueza patrimonial destes terrenos entre os séculos XIX e XX bastante apetecíveis para as famílias mais abastadas ou culturalmente influentes na época. Na contemporaneidade, com o desenvolvimento da Arte Pública nas suas mais diversas expressões (murais, monumentos, arte de jardins, arte cemiterial, esculturas), também esta área tem sido objeto de uma dinamização paulatina e, por entre os canónicos elementos do património, pontuam alguns exemplos bastante paradigmáticos que nos permitem conciliar num discurso inclusivo e participado, modernidade com tradição. Esse convívio entre tempos distintos pretende conduzir o caminhante por entre épocas distintas e potenciar a sua imaginação relativamente à convivência na cidade atual da Arte Pública e do Património, feito pelas pessoas, com as pessoas, para as pessoas.
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Caminhada participada orientada por José Guilherme Abreu
Ponto de encontro: Capela de Montebelo
Palacetes, quintas, capelas, igrejas, fontes e jardins, singulares pela sua arquitetura, desenho e localização, por entre uma rede de património industrial e empresarial, pontuam a zona oriental do Porto e ajudam-nos a compreender parte importante da riqueza patrimonial destes terrenos entre os séculos XIX e XX bastante apetecíveis para as famílias mais abastadas ou culturalmente influentes na época. Na contemporaneidade, com o desenvolvimento da Arte Pública nas suas mais diversas expressões (murais, monumentos, arte de jardins, arte cemiterial, esculturas), também esta área tem sido objeto de uma dinamização paulatina e, por entre os canónicos elementos do património, pontuam alguns exemplos bastante paradigmáticos que nos permitem conciliar num discurso inclusivo e participado, modernidade com tradição. Esse convívio entre tempos distintos pretende conduzir o caminhante por entre épocas distintas e potenciar a sua imaginação relativamente à convivência na cidade atual da Arte Pública e do Património, feito pelas pessoas, com as pessoas, para as pessoas.
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