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Caminhada participada orientada por Flávio Rodrigues
Ponto de encontro: Rua Particular Novais da Cunha
O Caminho que começa na Rua Particular Novais da Cunha e termina no interior do Parque das Águas. Ao longo do percurso, os participantes são convidados a acompanhar o performer numa ação contínua por zonas muitas vezes invisibilizadas da cidade, a olhar de forma afetuosa, a escutar o silêncio e a reconhecer o cuidado através do toque.
Embora o trajeto seja curto, a caminhada decorre num ritmo lento, propondo uma atenção diferente ao espaço e ao tempo. O performer estabelece um contacto delicado com os elementos que encontra pelo caminho: superfícies, estruturas, detalhes e fragmentos do lugar. Cada toque é um gesto de cuidado, reparação e presença. A ação propõe um encontro atento com aquilo que habitualmente passa despercebido, procurando reconhecer valor, fragilidade e força onde raramente se detém o olhar. Tocar torna-se uma forma de cuidar, de dar atenção, de fortalecer e de afirmar a importância do que existe. Através de gestos simples e repetidos, o percurso convida os participantes a imaginarem outras formas de relação com o espaço, baseadas na proximidade, no afeto e na atenção ao que nos rodeia.
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Caminhada participada orientada por Flávio Rodrigues
Ponto de encontro: Rua Particular Novais da Cunha
O Caminho que começa na Rua Particular Novais da Cunha e termina no interior do Parque das Águas. Ao longo do percurso, os participantes são convidados a acompanhar o performer numa ação contínua por zonas muitas vezes invisibilizadas da cidade, a olhar de forma afetuosa, a escutar o silêncio e a reconhecer o cuidado através do toque.
Embora o trajeto seja curto, a caminhada decorre num ritmo lento, propondo uma atenção diferente ao espaço e ao tempo. O performer estabelece um contacto delicado com os elementos que encontra pelo caminho: superfícies, estruturas, detalhes e fragmentos do lugar. Cada toque é um gesto de cuidado, reparação e presença. A ação propõe um encontro atento com aquilo que habitualmente passa despercebido, procurando reconhecer valor, fragilidade e força onde raramente se detém o olhar. Tocar torna-se uma forma de cuidar, de dar atenção, de fortalecer e de afirmar a importância do que existe. Através de gestos simples e repetidos, o percurso convida os participantes a imaginarem outras formas de relação com o espaço, baseadas na proximidade, no afeto e na atenção ao que nos rodeia.
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