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Candyman, de Bernard Rose
Candyman, de Bernard Rose
Passos no Escuro
Candyman, de Bernard Rose
Realizado por Bernard Rose a partir de um conto de Clive Barker, Candyman emerge como uma das obras mais singulares do terror norte-americano dos anos 90, cruzando o horror sobrenatural com uma reflexão incisiva sobre memória, classe e violência racial.

A história segue Helen Lyle, uma estudante de sociologia em Chicago, que investiga uma lenda urbana associada a um antigo complexo habitacional marcado pelo abandono e pela segregação. À medida que o seu trabalho académico se aprofunda, o mito do Candyman deixa de ser apenas um objecto de estudo e começa a infiltrar-se de forma perturbadora na sua própria realidade.

Longe do susto fácil, o filme constrói uma atmosfera densa e melancólica, onde o terror surge das feridas sociais nunca cicatrizadas. A banda sonora hipnótica de Philip Glass e a recusa de narrativas simplistas transformam o filme num conto trágico sobre a persistência dos mitos e sobre aquilo que uma sociedade escolhe recordar, ou esquecer.
Três décadas depois, Candyman mantém intacta a sua força inquietante, afirmando-se como um clássico moderno que continua a interpelar o presente com uma lucidez assustadora.
04
Fev
2026-02-04T22:00:00Z
2026-02-04T23:59:00Z
Passos Manuel
22:00

+Cal

4–6€
16+
R. de Passos Manuel, 137

Mais info

Candyman, de Bernard Rose
Filme
Realizado por Bernard Rose a partir de um conto de Clive Barker, Candyman emerge como uma das obras mais singulares do terror norte-americano dos anos 90, cruzando o horror sobrenatural com uma reflexão incisiva sobre memória, classe e violência racial.

A história segue Helen Lyle, uma estudante de sociologia em Chicago, que investiga uma lenda urbana associada a um antigo complexo habitacional marcado pelo abandono e pela segregação. À medida que o seu trabalho académico se aprofunda, o mito do Candyman deixa de ser apenas um objecto de estudo e começa a infiltrar-se de forma perturbadora na sua própria realidade.

Longe do susto fácil, o filme constrói uma atmosfera densa e melancólica, onde o terror surge das feridas sociais nunca cicatrizadas. A banda sonora hipnótica de Philip Glass e a recusa de narrativas simplistas transformam o filme num conto trágico sobre a persistência dos mitos e sobre aquilo que uma sociedade escolhe recordar, ou esquecer.
Três décadas depois, Candyman mantém intacta a sua força inquietante, afirmando-se como um clássico moderno que continua a interpelar o presente com uma lucidez assustadora.

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