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Percurso de caminhada orientado por Sinho Baessa de Pina, na zona oriental da cidade do Porto, entre a estação de Campanhã e as Antas. Integrado no eixo “Criação - Territórios Imaginados”, este percurso propõe uma leitura crítica e sensível do território, centrada nas presenças afrodescendentes, africanas e diaspóricas que habitam — ou habitaram — esta parte da cidade. A caminhada convoca memórias, vestígios e experiências quotidianas que revelam camadas muitas vezes invisíveis da urbanidade portuense.
Através da escuta do lugar, do corpo em movimento e da partilha de narrativas, o percurso investiga como a cidade pode ser lida como um arquivo vivo de histórias, gestos e deslocações. Inspirado na metodologia dos percursos Noz Stòria, desenvolvidos por Sinho em Lisboa, o trajeto cruza história, memória e imaginação para questionar: Um lugar pode contar a história de outros? Se sim, de que modo estas histórias se tornam visíveis — através de que práticas culturais, marcas urbanas ou presenças humanas?
Entre ruas, encontros e lembranças, a caminhada convida os participantes a reconhecer como corpos, movimentos e narrativas contribuem para desenhar e reinventar a cidade.
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Percurso de caminhada orientado por Sinho Baessa de Pina, na zona oriental da cidade do Porto, entre a estação de Campanhã e as Antas. Integrado no eixo “Criação - Territórios Imaginados”, este percurso propõe uma leitura crítica e sensível do território, centrada nas presenças afrodescendentes, africanas e diaspóricas que habitam — ou habitaram — esta parte da cidade. A caminhada convoca memórias, vestígios e experiências quotidianas que revelam camadas muitas vezes invisíveis da urbanidade portuense.
Através da escuta do lugar, do corpo em movimento e da partilha de narrativas, o percurso investiga como a cidade pode ser lida como um arquivo vivo de histórias, gestos e deslocações. Inspirado na metodologia dos percursos Noz Stòria, desenvolvidos por Sinho em Lisboa, o trajeto cruza história, memória e imaginação para questionar: Um lugar pode contar a história de outros? Se sim, de que modo estas histórias se tornam visíveis — através de que práticas culturais, marcas urbanas ou presenças humanas?
Entre ruas, encontros e lembranças, a caminhada convida os participantes a reconhecer como corpos, movimentos e narrativas contribuem para desenhar e reinventar a cidade.
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