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O Caminho Inaugural do projeto "Caminhos a Oriente" inicia-se na Fonte de Nossa Senhora de Campanhã (fonte da Bonjóia), situada sob a VCI, num ponto onde infraestruturas contemporâneas se sobrepõem a vestígios históricos, evidenciando a tensão entre diferentes tempos da cidade. A partir deste lugar de interseção, a caminhada propõe um percurso exploratório que se desenvolve ao longo de uma hora, abrindo progressivamente o olhar para as diferentes escalas deste território — das camadas urbanas mais densas às amplitudes do vale. Num formato semi-conduzido, o percurso alterna momentos de contextualização diversa com momentos de participação ativa dos caminhantes. Através de pequenas propostas de observação, escuta e de um jogo performativo coletivo, o grupo é convidado a influenciar o trajeto e a construir, em conjunto, uma leitura do espaço. Assim, o caminho desenha-se entre condução e deriva, transformando a jornada numa experiência partilhada de encontro, observação e coorientação.
O Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente organiza-se em torno de um núcleo constituído pela equipa do projeto, que se articula, em geometria variável, com vários parceiros que colaboram e acompanham a sua concretização e o andamento do seu programa público. Nesta fase, além das várias colaborações convidadas em 2026, integram da esfera municipal elementos da Ágora – Cultura e Desporto, E.M. e da Direção Municipal de Cultura e Património, designadamente da Direção de Convergências (Ágora), Divisão Municipal de Arquivo Histórico, Museus e Bibliotecas (CMP).
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O Caminho Inaugural do projeto "Caminhos a Oriente" inicia-se na Fonte de Nossa Senhora de Campanhã (fonte da Bonjóia), situada sob a VCI, num ponto onde infraestruturas contemporâneas se sobrepõem a vestígios históricos, evidenciando a tensão entre diferentes tempos da cidade. A partir deste lugar de interseção, a caminhada propõe um percurso exploratório que se desenvolve ao longo de uma hora, abrindo progressivamente o olhar para as diferentes escalas deste território — das camadas urbanas mais densas às amplitudes do vale. Num formato semi-conduzido, o percurso alterna momentos de contextualização diversa com momentos de participação ativa dos caminhantes. Através de pequenas propostas de observação, escuta e de um jogo performativo coletivo, o grupo é convidado a influenciar o trajeto e a construir, em conjunto, uma leitura do espaço. Assim, o caminho desenha-se entre condução e deriva, transformando a jornada numa experiência partilhada de encontro, observação e coorientação.
O Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente organiza-se em torno de um núcleo constituído pela equipa do projeto, que se articula, em geometria variável, com vários parceiros que colaboram e acompanham a sua concretização e o andamento do seu programa público. Nesta fase, além das várias colaborações convidadas em 2026, integram da esfera municipal elementos da Ágora – Cultura e Desporto, E.M. e da Direção Municipal de Cultura e Património, designadamente da Direção de Convergências (Ágora), Divisão Municipal de Arquivo Histórico, Museus e Bibliotecas (CMP).
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