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Quando somos crianças, brincamos com a sombra projetada em superfícies, desenhando formas; corremos para fugir da nossa própria sombra e saltamos para pisar a dos nossos amigos. Enquanto adultos, sentir um vulto ou uma sombra que se move perto de nós assusta-nos: se o corpo paralisa, a mente dispara veloz; se a mente bloqueia, o corpo reage involuntariamente.
Com a sua proposta Digging up my way down, Diana Geiroto indica uma abertura de caminho para baixo. Porém, ao permanecer na exposição, por entre jogos de luz filtrada que confundem o espaço, a artista convida a uma observação a partir do interior da bancada do antigo talho. Convoca, assim, uma saída para cima — uma elevação do olhar que estimula o ato de pensar através da sucessão de imagens coladas, uma a uma, no vídeo que apresenta. Os elásticos que impedem a porta da arca frigorífica de fechar desconstroem a separação dos lugares, tornando este aquário de luz filtrada, que ganha presença com o cair da noite, um reduto para o sonho no meio do tumulto da cidade. Em Caminhos, vamos desenhar vultos e sombras em diálogo com a exposição, criando uma narrativa coletiva projetada nas paredes da galeria através do uso de linhas, plásticos coloridos, papel vegetal e das nossas próprias mãos.
Mediação Cultural: Patrícia Geraldes
Inscrições limitadas: emaildagaleriaocupa@gmail.com
Esta oficina conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, da Escola Superior de Educação do Porto, da Junta de Freguesia do Bonfim e do Mira Galerias.
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Quando somos crianças, brincamos com a sombra projetada em superfícies, desenhando formas; corremos para fugir da nossa própria sombra e saltamos para pisar a dos nossos amigos. Enquanto adultos, sentir um vulto ou uma sombra que se move perto de nós assusta-nos: se o corpo paralisa, a mente dispara veloz; se a mente bloqueia, o corpo reage involuntariamente.
Com a sua proposta Digging up my way down, Diana Geiroto indica uma abertura de caminho para baixo. Porém, ao permanecer na exposição, por entre jogos de luz filtrada que confundem o espaço, a artista convida a uma observação a partir do interior da bancada do antigo talho. Convoca, assim, uma saída para cima — uma elevação do olhar que estimula o ato de pensar através da sucessão de imagens coladas, uma a uma, no vídeo que apresenta. Os elásticos que impedem a porta da arca frigorífica de fechar desconstroem a separação dos lugares, tornando este aquário de luz filtrada, que ganha presença com o cair da noite, um reduto para o sonho no meio do tumulto da cidade. Em Caminhos, vamos desenhar vultos e sombras em diálogo com a exposição, criando uma narrativa coletiva projetada nas paredes da galeria através do uso de linhas, plásticos coloridos, papel vegetal e das nossas próprias mãos.
Mediação Cultural: Patrícia Geraldes
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