Que aspeto tinha o galo de Barcelos original? Como era, realmente, a arte popular durante o Estado Novo? As visitas guiadas a esta exposição, que abrange um arco temporal de cinco décadas, vão acontecer ao sábado, uma vez por mês e são conduzidas pelos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez, que começaram a colecionar estas peças quando eram ainda estudantes da Escola Superior de Belas Artes do Porto, precursora da Faculdade de Belas Artes da U.Porto.
Foi com o professor António Quadros (1933-1994) que descobriram a barrista minhota Rosa Ramalho (1888-1977). Este encontro entre professores, estudantes e barristas barcelenses chamou a atenção para uma expressão da arte popular que era pouco valorizada e impactou a produção artística de figurado local. A obra de Rosa Ramalho assumiu projeção nacional e em 1964 a artista recebe a medalha Artes ao serviço da Nação, na Feira de Artesanato de Cascais.
Do Alto Minho a Trás-os-Montes e ao Alentejo, num país pobre, os estudantes encontraram a beleza de uma autenticidade sem retoques, em contraste absoluto com a realidade inventada pelo Estado Novo. Para além da produção em série, ao percorrerem as barracas de feiras, Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez descobriram peças produzidas manualmente, reconhecendo a existência de objetos de arte que convidavam à contemplação.
As visitas são gratuitas, mas de inscrição obrigatória através do site da U. Porto.
Que aspeto tinha o galo de Barcelos original? Como era, realmente, a arte popular durante o Estado Novo? As visitas guiadas a esta exposição, que abrange um arco temporal de cinco décadas, vão acontecer ao sábado, uma vez por mês e são conduzidas pelos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez, que começaram a colecionar estas peças quando eram ainda estudantes da Escola Superior de Belas Artes do Porto, precursora da Faculdade de Belas Artes da U.Porto.
Foi com o professor António Quadros (1933-1994) que descobriram a barrista minhota Rosa Ramalho (1888-1977). Este encontro entre professores, estudantes e barristas barcelenses chamou a atenção para uma expressão da arte popular que era pouco valorizada e impactou a produção artística de figurado local. A obra de Rosa Ramalho assumiu projeção nacional e em 1964 a artista recebe a medalha Artes ao serviço da Nação, na Feira de Artesanato de Cascais.
Do Alto Minho a Trás-os-Montes e ao Alentejo, num país pobre, os estudantes encontraram a beleza de uma autenticidade sem retoques, em contraste absoluto com a realidade inventada pelo Estado Novo. Para além da produção em série, ao percorrerem as barracas de feiras, Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez descobriram peças produzidas manualmente, reconhecendo a existência de objetos de arte que convidavam à contemplação.
As visitas são gratuitas, mas de inscrição obrigatória através do site da U. Porto.