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A “sinfonia” e o “concerto” são formas musicais com uma longa história. A primeira é o meio fundamental de expressão de uma orquestra sinfónica, fazendo uso de todas as suas capacidades. Já o “concerto” permite destacar um instrumento solista, que dialoga com a orquestra. Em Harold en Italie, Hector Berlioz criou um modelo híbrido, em que o protagonismo se divide e o solista pode também exprimir-se pelos silêncios. Foi o célebre Paganini quem lhe pediu a obra, mas ficou desiludido ao ver que a partitura não lhe permitia sobressair durante todo o tempo e recusou tocá-la. Mais tarde, ao ouvi-la, ajoelhou-se perante Berlioz, sensibilizado pela genialidade da composição. Neste concerto comentado desvenda-se também a narrativa poética por trás da música: as deambulações melancólicas de um jovem desiludido pelas futilidades da vida.
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A “sinfonia” e o “concerto” são formas musicais com uma longa história. A primeira é o meio fundamental de expressão de uma orquestra sinfónica, fazendo uso de todas as suas capacidades. Já o “concerto” permite destacar um instrumento solista, que dialoga com a orquestra. Em Harold en Italie, Hector Berlioz criou um modelo híbrido, em que o protagonismo se divide e o solista pode também exprimir-se pelos silêncios. Foi o célebre Paganini quem lhe pediu a obra, mas ficou desiludido ao ver que a partitura não lhe permitia sobressair durante todo o tempo e recusou tocá-la. Mais tarde, ao ouvi-la, ajoelhou-se perante Berlioz, sensibilizado pela genialidade da composição. Neste concerto comentado desvenda-se também a narrativa poética por trás da música: as deambulações melancólicas de um jovem desiludido pelas futilidades da vida.
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