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Fotografias de Lara e Mandy Sirdah em Gaza; Mohamad Shuaibi, Saed Shomali e Bashar Jarayseh na Cisjordânia e Sina Ababseh na Galileia
A cada migração, milhões de aves voam sobre a Palestina, um importante corredor para centenas de espécies que viajam entre África, a Europa e a Ásia. Sobrevoam palestinianos na “maior prisão a céu aberto” em Gaza – sitiada por terra, mar e ar desde 2007 e agora alvo de um genocídio – e palestinianos que vivem sob ocupação, apartheid e limpeza étnica na Cisjordânia.
Por toda a Palestina, as aves constroem ninhos nos buracos de edifícios bombardeados, nos telhados de postos de controlo e nos beirais de torres de vigia. Voam sobre os muros de betão que fragmentam o território e empoleiram-se no arame farpado que segrega e confina a população palestiniana.
Apesar da violência, da opressão e das restrições impostas pela ocupação israelita, os palestinianos continuam a levantar a cabeça para admirar as aves que cruzam o céu e sonhar com liberdade.
O que significam as aves migratórias para um povo que vive sob ocupação, limpeza étnica, apartheid e genocídio? Como é que se protege a vida quando se está rodeado de morte e destruição? Como se cuida do ambiente num dos territórios mais devastados do mundo?
Esta exposição apresenta fotografias tiradas por palestinianos que vêem os pássaros como mensageiros da esperança. Sobrevoam o território sitiado para dizer que ainda é possível viver livre e rasgar com as asas os limites impostos pela ocupação.
24 de janeiro:
16h Inauguração
18h conversa com os autores Mohamad Shuaibi e Bashar Jarayseh
MIRA Galerias
25 de janeiro:
8h30 Observação de Aves no Parque da Cidade
Ponto de encontro: Centro de Educação Ambiental do Núcleo Rural do Parque da Cidade
28 de Janeiro:
18h Visita guiada com os fotógrafos palestinianos Mohamad Shuaibi e Bashar Jarayseh
MIRA Galerias
30 de janeiro:
21h30 Sessão de poesia
MIRA Galerias
Gratuito
Mais info
Fotografias de Lara e Mandy Sirdah em Gaza; Mohamad Shuaibi, Saed Shomali e Bashar Jarayseh na Cisjordânia e Sina Ababseh na Galileia
A cada migração, milhões de aves voam sobre a Palestina, um importante corredor para centenas de espécies que viajam entre África, a Europa e a Ásia. Sobrevoam palestinianos na “maior prisão a céu aberto” em Gaza – sitiada por terra, mar e ar desde 2007 e agora alvo de um genocídio – e palestinianos que vivem sob ocupação, apartheid e limpeza étnica na Cisjordânia.
Por toda a Palestina, as aves constroem ninhos nos buracos de edifícios bombardeados, nos telhados de postos de controlo e nos beirais de torres de vigia. Voam sobre os muros de betão que fragmentam o território e empoleiram-se no arame farpado que segrega e confina a população palestiniana.
Apesar da violência, da opressão e das restrições impostas pela ocupação israelita, os palestinianos continuam a levantar a cabeça para admirar as aves que cruzam o céu e sonhar com liberdade.
O que significam as aves migratórias para um povo que vive sob ocupação, limpeza étnica, apartheid e genocídio? Como é que se protege a vida quando se está rodeado de morte e destruição? Como se cuida do ambiente num dos territórios mais devastados do mundo?
Esta exposição apresenta fotografias tiradas por palestinianos que vêem os pássaros como mensageiros da esperança. Sobrevoam o território sitiado para dizer que ainda é possível viver livre e rasgar com as asas os limites impostos pela ocupação.
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