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Ateliê António Carneiro Exposicao Longa Duracao
António Carneiro, Autorretrato, 1923. Tinta-da-china sobre papel. Fotografia de António Alves. Acervo Museu do Porto / Coleção Ateliê António Carneiro
Ateliê António Carneiro
Exposição de longa duração com curadoria de Bernardo Pinto de Almeida
Ateliê António Carneiro Exposicao Longa Duracao
António Carneiro, Autorretrato, 1923. Tinta-da-china sobre papel. Fotografia de António Alves. Acervo Museu do Porto / Coleção Ateliê António Carneiro

A exposição de longa duração do Ateliê António Carneiro reúne uma seleção significativa da coleção municipal dedicada ao artista, permitindo revisitar diferentes momentos do seu percurso e compreender a singularidade da sua obra no contexto da arte portuguesa da transição do século XIX para o século XX. Retratos da família, autorretratos, paisagens, e o núcleo dedicado a «Camões lendo os Lusíadas aos Frades de São Domingos» permitem acompanhar dife rentes momentos de um percurso marcado pela introdução de uma consciência simbolista na arte portuguesa e pela sua aproximação à modernidade europeia. Mais do que fixar uma leitura definitiva, a exposição procura tornar visível a permanência de uma obra onde a dimensão íntima, a memória, a literatura e a consciência do seu tempo se cruzam de forma singular. O próprio Ateliê, lugar de criação e de memória, torna-se assim parte desse reencontro. O percurso prolonga-se no presente através de obras do escultor Manuel Rosa, reafir mando a vocação deste espaço para estabelecer um diálogo entre a herança simbolista de António Carneiro e a criação contemporânea.

16
Set
31
Dez
2026-09-16T18:00:00Z
2030-12-31T00:00:00Z
Ateliê António Carneiro

Inauguração: 16 setembro, 18h00

Gratuito

R. de António Carneiro, 363

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Ateliê António Carneiro Exposicao Longa Duracao
Gratuito

A exposição de longa duração do Ateliê António Carneiro reúne uma seleção significativa da coleção municipal dedicada ao artista, permitindo revisitar diferentes momentos do seu percurso e compreender a singularidade da sua obra no contexto da arte portuguesa da transição do século XIX para o século XX. Retratos da família, autorretratos, paisagens, e o núcleo dedicado a «Camões lendo os Lusíadas aos Frades de São Domingos» permitem acompanhar dife rentes momentos de um percurso marcado pela introdução de uma consciência simbolista na arte portuguesa e pela sua aproximação à modernidade europeia. Mais do que fixar uma leitura definitiva, a exposição procura tornar visível a permanência de uma obra onde a dimensão íntima, a memória, a literatura e a consciência do seu tempo se cruzam de forma singular. O próprio Ateliê, lugar de criação e de memória, torna-se assim parte desse reencontro. O percurso prolonga-se no presente através de obras do escultor Manuel Rosa, reafir mando a vocação deste espaço para estabelecer um diálogo entre a herança simbolista de António Carneiro e a criação contemporânea.

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