João Melo (1995, Porto) vive e trabalha no Porto. A sua prática cruza escultura, instalação, pintura, desenho e suportes audiovisuais. Partindo do corpo como infraestrutura adaptativa, o trabalho move-se entre espaços internos e sistémicos. Aborda extração, agência digital, identidade e ruína, e procura entender como estruturas de poder emergentes, em particular tecnológicas, operam na modelação de corpos, culturas e paisagens. Essas operações inserem nas obras uma dimensão mutável e especulativa, ativando campos de vibração que fazem emergir criaturas híbridas e configurações ritualísticas.
Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes do Porto, tendo também passado pela Escola de Comunicações e Artes, na Universidade de São Paulo.
O seu trabalho integra várias publicações e tem sido apresentado em exposições como: Fulgor (Bienal de Arte Contemporânea da Maia, 2025), Um Salto no Espelho (Branda, 2024), Superfícies não orientáveis (Centro Cultural Vila Flor, 2024), A amplificação do mundo (Espaço Mira, 2024), Torcicolo antes do fim do mundo (Atelier Logicofobista, 2023), Para que é que isto interessa (Senhora Presidenta, 2022), aDrogaria (A Sede, 2022), Membro Fantasma (CRL – Central Elétrica, 2022), Dose 21 (Espaço Pontes, 2021), Poente (Arroz Estúdios, 2021), LIVING CITY PORTO (Cooperativa de Ramalde, 2021) e Cross your eyes (Ermo do Caos, 2021).