Neste corpo de trabalhos a arquitetura não surge como o fim, mas como o ponto de partida. É a linguagem representativa que reflete sobre o que é a própria vida no 3.º milénio. É um olhar sobre a vivência contemporânea através de uma apresentação que cruza pintura em mix media, vídeo e instalação. Um espelho da estrutura social atual, onde os focos pontuais de pigmento subsistem como um ato de resistência e afirmação.