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Oficina para aprendermos a praticar o herbalismo em coletivo e criar uma botica de remédios naturais, baratos e fáceis de integrar no dia-a-dia. Abertura ao herbalismo comunitário baseado em práticas e cuidados de saúde com plantas para redescobrir formas éticas de nos relacionarmos com a flora do Monte da Ervilha (uma floresta urbana em desaparecimento). Plantas e humanes evoluíram juntes por milénios e cultivar uma relação de intimidade é um costume (bem) mais familiar do que parece. Na vasta rede de vida com a qual partilhamos o planeta a reciprocidade é possível. Esta é uma prática liberatória, quer pela cura directa aos nossos corpos-mentes, quer pela harmonia e sentido de pertença possíveis de cultivar.
Evento esgotado
Sobre a artista:
Luísa Martelo é uma designer multidisciplinar, activamente à procura de formas de orientar o design para o benefício da Terra e para a justiça social.
Especializou-se em design editorial e de livros na Central Saint Martins, em Londres (2014). A sua prática abrange identidades visuais, materiais impressos, design de exposições e plataformas digitais.
O seu trabalho parte de um princípio simples — a forma emerge organicamente de um contexto único. O trabalho começa com investigação curiosa, intuição e uma relação próxima com clientes e instituições, em busca de pistas visuais, detalhes e histórias que possam ser entretecidos em narrativas visuais honestas e duradouras.
O amor pelo mundo natural orienta a sua prática investigativa, entrelaçando o design com a sua paixão por árvores e plantas professoras. Entre prácticas paralelas destaca-se o herbalismo comunitário na Apoteca Comunitária — uma farmácia natural num atelier partilhado, o Armazém Pedreira. O seu trabalho está ao serviço da Terra.
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Oficina para aprendermos a praticar o herbalismo em coletivo e criar uma botica de remédios naturais, baratos e fáceis de integrar no dia-a-dia. Abertura ao herbalismo comunitário baseado em práticas e cuidados de saúde com plantas para redescobrir formas éticas de nos relacionarmos com a flora do Monte da Ervilha (uma floresta urbana em desaparecimento). Plantas e humanes evoluíram juntes por milénios e cultivar uma relação de intimidade é um costume (bem) mais familiar do que parece. Na vasta rede de vida com a qual partilhamos o planeta a reciprocidade é possível. Esta é uma prática liberatória, quer pela cura directa aos nossos corpos-mentes, quer pela harmonia e sentido de pertença possíveis de cultivar.
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Luísa Martelo é uma designer multidisciplinar, activamente à procura de formas de orientar o design para o benefício da Terra e para a justiça social.
Especializou-se em design editorial e de livros na Central Saint Martins, em Londres (2014). A sua prática abrange identidades visuais, materiais impressos, design de exposições e plataformas digitais.
O seu trabalho parte de um princípio simples — a forma emerge organicamente de um contexto único. O trabalho começa com investigação curiosa, intuição e uma relação próxima com clientes e instituições, em busca de pistas visuais, detalhes e histórias que possam ser entretecidos em narrativas visuais honestas e duradouras.
O amor pelo mundo natural orienta a sua prática investigativa, entrelaçando o design com a sua paixão por árvores e plantas professoras. Entre prácticas paralelas destaca-se o herbalismo comunitário na Apoteca Comunitária — uma farmácia natural num atelier partilhado, o Armazém Pedreira. O seu trabalho está ao serviço da Terra.
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