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Amor de Perdição
TUNA/TNSJ
Amor de Perdição, de Maria João Vicente
Encenado a partir da obra de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição
TUNA/TNSJ

Sempre que regressamos a este texto, tudo é novo. Vamos confirmá-lo na reposição do Amor de Perdição que Constança Carvalho Homem (dramaturgia), Maria João Vicente (encenação) e um jovem elenco nos deram a viver em 2024. Quem nunca “morreu” de amor? Ou se comoveu com a história de Teresa, Simão e Mariana? Camilo diz que “os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor”. Existe experiência mais avassaladora? Existe, claro: a morte. O amor e a morte estão sempre demasiado próximos. O princípio e o fim. No espetáculo, entre um e outro, vários planos se retroalimentam: às cenas dialogadas aliam-se a narração do texto, a leitura da correspondência entre os amantes, os comentários do autor. Camilo escreveu esta obra em 1861, quando estava preso na Cadeia da Relação do Porto por causa de um amor proibido. “Escrevi o romance em quinze dias, os mais atormentados de minha vida.” Neste Amor de Perdição, esse fluxo contínuo vai de “um gesto rápido e violento” a uma canção que reverbera em corpos cansados. “O amor aprisiona ou liberta?”

No âmbito do Bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco, o Teatro Nacional São João faz parte das redes Camilo a Norte 200 e Camilo Rotas do Escritor.

12
Fev
22
Fev
2026-02-12T19:00:00Z
2026-02-22T17:30:00Z
TeCA — Teatro Carlos Alberto

14 sáb + 17 ter + 19 qui – 19:00
20 sex – 21:00
21 sáb – 19:00
22 dom – 16:00

12€
14+
R. das Oliveiras, 43

Mais info

Amor de Perdição
Teatro

Sempre que regressamos a este texto, tudo é novo. Vamos confirmá-lo na reposição do Amor de Perdição que Constança Carvalho Homem (dramaturgia), Maria João Vicente (encenação) e um jovem elenco nos deram a viver em 2024. Quem nunca “morreu” de amor? Ou se comoveu com a história de Teresa, Simão e Mariana? Camilo diz que “os poetas cansam-nos a paciência a falarem do amor”. Existe experiência mais avassaladora? Existe, claro: a morte. O amor e a morte estão sempre demasiado próximos. O princípio e o fim. No espetáculo, entre um e outro, vários planos se retroalimentam: às cenas dialogadas aliam-se a narração do texto, a leitura da correspondência entre os amantes, os comentários do autor. Camilo escreveu esta obra em 1861, quando estava preso na Cadeia da Relação do Porto por causa de um amor proibido. “Escrevi o romance em quinze dias, os mais atormentados de minha vida.” Neste Amor de Perdição, esse fluxo contínuo vai de “um gesto rápido e violento” a uma canção que reverbera em corpos cansados. “O amor aprisiona ou liberta?”

No âmbito do Bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco, o Teatro Nacional São João faz parte das redes Camilo a Norte 200 e Camilo Rotas do Escritor.

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