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A Oeste nada de novo
Galeria Pedro Oliveira, Porto
A Oeste nada de novo
Exposição coletiva com curadoria de Pedro Oliveira
A Oeste nada de novo
Galeria Pedro Oliveira, Porto

"A Oeste Nada de Novo", com curadoria de Pedro Oliveira, inaugura no próximo sábado, dia 31. Trata-se de uma mostra colectiva com trabalhos de nove artistas que estão ligados à zona oeste de Portugal, a grande maioria baseados nas Caldas da Rainha.

Tal como escreve Óscar Faria, no texto de sala "Pensar o comum", escrito para a ocasião:
«Organizar uma exposição de alguns dos autores que estudaram ou decidiram habitar nas Caldas da Rainha é um enorme desafio. São inúmeros os ateliês que visitei com Pedro Oliveira e Sebastião Casanova no último ano, sobretudo depois da exposição deste artista na galeria junto ao Douro, um acontecimento em si, sobretudo pela forma como, na inauguração, foi perceptível a existência de uma grande comunidade ligada à cultura contemporânea.
Essa constatação foi-se consolidando ao longo de meses, em momentos distintos: inaugurações, refeições e conversas, muitas vezes até horas tardias. Outro indicador foi o crescente interesse de coleccionadores pelos artistas das Caldas da Rainha. A atenção tem sido dirigida sobretudo para a pintura, uma situação que esta exposição pretende expandir, através da inclusão de escultura, cerâmica e peças design de autor.
Mais do que analisar cada uma das obras, importa aqui sublinhar a qualidade destas. De cada um dos presentes, Pedro Oliveira optou por escolher trabalhos recentes, inéditos ou que tiveram pouca visibilidade pública. Fizemos esta viagem juntos e muitos outros artistas poderiam ter sido escolhidos para integrarem a exposição — quem sabe se não haverá uma segunda parte.
O título da mostra evoca a “A Oeste Nada de Novo” (1929), libelo anti-militarista de Erich Maria Remarque – a bibliografia deste autor alemão inclui o romance “Uma Noite em Lisboa” (1962). A primeira das obras citada, aquela que interessa para contextualizar a exposição, aborda os horrores e a brutalidade da Primeira Guerra Mundial através dos olhos de jovens soldados alemães.
A actualidade do livro é incontornável. Vivemos em tempos sombrios.»

31
Jan
28
Mar
2026-01-31T16:30:00Z
2026-03-28T19:30:00Z
Galeria Pedro Oliveira

de terça a sábado, das 15:00 às 19h:30

Calçada de Monchique, 3

Mais info

A Oeste nada de novo
Exposição

"A Oeste Nada de Novo", com curadoria de Pedro Oliveira, inaugura no próximo sábado, dia 31. Trata-se de uma mostra colectiva com trabalhos de nove artistas que estão ligados à zona oeste de Portugal, a grande maioria baseados nas Caldas da Rainha.

Tal como escreve Óscar Faria, no texto de sala "Pensar o comum", escrito para a ocasião:
«Organizar uma exposição de alguns dos autores que estudaram ou decidiram habitar nas Caldas da Rainha é um enorme desafio. São inúmeros os ateliês que visitei com Pedro Oliveira e Sebastião Casanova no último ano, sobretudo depois da exposição deste artista na galeria junto ao Douro, um acontecimento em si, sobretudo pela forma como, na inauguração, foi perceptível a existência de uma grande comunidade ligada à cultura contemporânea.
Essa constatação foi-se consolidando ao longo de meses, em momentos distintos: inaugurações, refeições e conversas, muitas vezes até horas tardias. Outro indicador foi o crescente interesse de coleccionadores pelos artistas das Caldas da Rainha. A atenção tem sido dirigida sobretudo para a pintura, uma situação que esta exposição pretende expandir, através da inclusão de escultura, cerâmica e peças design de autor.
Mais do que analisar cada uma das obras, importa aqui sublinhar a qualidade destas. De cada um dos presentes, Pedro Oliveira optou por escolher trabalhos recentes, inéditos ou que tiveram pouca visibilidade pública. Fizemos esta viagem juntos e muitos outros artistas poderiam ter sido escolhidos para integrarem a exposição — quem sabe se não haverá uma segunda parte.
O título da mostra evoca a “A Oeste Nada de Novo” (1929), libelo anti-militarista de Erich Maria Remarque – a bibliografia deste autor alemão inclui o romance “Uma Noite em Lisboa” (1962). A primeira das obras citada, aquela que interessa para contextualizar a exposição, aborda os horrores e a brutalidade da Primeira Guerra Mundial através dos olhos de jovens soldados alemães.
A actualidade do livro é incontornável. Vivemos em tempos sombrios.»

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