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A exposição “a memória do papel” é um convite a percorrer um mundo em construção, entre o físico e o psicológico. É um convite a explorar a dualidade entre matéria e o sonho. Assim, passamos a ver o suporte como objeto e o papel como memória. A partir de papel regenerado, o ato de pintar resgata vestígios de uma existência anterior, conferindo nova vida à matéria-prima mantendo a sua essência, que assim ganha destaque e passa a fazer parte integrante da composição da pintura.
Das fibras do papel para a imensidão da tela, o conceito expande-se: surgem figuras e elementos em suspensão, envoltos num carisma surrealista e cores vibrantes que desafiam a gravidade e toda a lógica da composição. Aqui, entre o papel e a fluidez do sonho, as obras convidam o espectador a questionar onde termina o suporte e onde começa a memória daquilo que ainda está por imaginar.
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A exposição “a memória do papel” é um convite a percorrer um mundo em construção, entre o físico e o psicológico. É um convite a explorar a dualidade entre matéria e o sonho. Assim, passamos a ver o suporte como objeto e o papel como memória. A partir de papel regenerado, o ato de pintar resgata vestígios de uma existência anterior, conferindo nova vida à matéria-prima mantendo a sua essência, que assim ganha destaque e passa a fazer parte integrante da composição da pintura.
Das fibras do papel para a imensidão da tela, o conceito expande-se: surgem figuras e elementos em suspensão, envoltos num carisma surrealista e cores vibrantes que desafiam a gravidade e toda a lógica da composição. Aqui, entre o papel e a fluidez do sonho, as obras convidam o espectador a questionar onde termina o suporte e onde começa a memória daquilo que ainda está por imaginar.
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