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![[Maus Hábitos] - Performative TV](https://img.bndlyr.com/slstbe4votfbw7yg/_assets/beatriz-albuquerque_performative-tv.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Maus Hábitos] - Performative TV](https://img.bndlyr.com/slstbe4votfbw7yg/_assets/beatriz-albuquerque_performative-tv.jpg?fit=fill&w=1400)
O projecto “Performative TV”, de Beatriz Albuquerque, teve início em 2014, em Nova Iorque, e explora as margens entre performance, media, corpo e género em ambientes televisivos construídos. Conceptualmente, a obra inspira-se nas experiências televisivas de Andy Warhol e no legado da Pop Art, particularmente na sua relação com a cultura de massas, a celebridade e a repetição.
Nesta série em desenvolvimento, Beatriz Albuquerque realiza breves performances em cenários de televisão, transformando espaços ficcionais em lugares de intervenção artística e explorando este limiar. Ao inserir o seu próprio corpo nestes contextos altamente codificados, questiona de que modo os papéis e as identidades de género são produzidos, preformados e difundidos pela sociedade.
Cada acção é documentada através de fotografia e vídeo. Um elemento central do projecto emerge no processo de impressão: as fotografias foram impressas com tinteiros parcialmente esgotados, originando distorções cromáticas inesperadas. Estas alterações não resultam de manipulação digital, mas de falhas mecânicas que se tornam parte integrante da obra. As imagens apresentadas são fotografias dessas impressões com erro.
As três imagens exibidas em MUPIs resultam de performances realizadas nos cenários das séries The Americans, Quântico e Gossip Girl, aprofundando a reflexão sobre ficção, identidade e realidade que vive numa margem mediada.
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O projecto “Performative TV”, de Beatriz Albuquerque, teve início em 2014, em Nova Iorque, e explora as margens entre performance, media, corpo e género em ambientes televisivos construídos. Conceptualmente, a obra inspira-se nas experiências televisivas de Andy Warhol e no legado da Pop Art, particularmente na sua relação com a cultura de massas, a celebridade e a repetição.
Nesta série em desenvolvimento, Beatriz Albuquerque realiza breves performances em cenários de televisão, transformando espaços ficcionais em lugares de intervenção artística e explorando este limiar. Ao inserir o seu próprio corpo nestes contextos altamente codificados, questiona de que modo os papéis e as identidades de género são produzidos, preformados e difundidos pela sociedade.
Cada acção é documentada através de fotografia e vídeo. Um elemento central do projecto emerge no processo de impressão: as fotografias foram impressas com tinteiros parcialmente esgotados, originando distorções cromáticas inesperadas. Estas alterações não resultam de manipulação digital, mas de falhas mecânicas que se tornam parte integrante da obra. As imagens apresentadas são fotografias dessas impressões com erro.
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