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![[Maus Hábitos] - Cleópatra, a Alquimista](https://img.bndlyr.com/slstbe4votfbw7yg/_assets/joana-da-conceicao.png?fit=fill&w=1400)
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Cleópatra, a Alquimista
Ciclo Nas Margens
No princípio está o Cicinnurus respublica, também conhecido por Ave do Paraíso de Wilson. Porque tudo o que criamos começou na natureza, seja porque activamente a procuramos e observamos ou simplesmente porque a nossa convivência ancestral torna impossível escapar à sua influência formativa. A figura da ave é decomposta nos seus elementos base, e estes vão-se transformando, para depois se voltarem a juntar e formarem novas figuras. A partir de um pequeno grupo de elementos é possível criar um Universo. Da mesma forma, os elementos químicos presentes na Terra não são infinitos, mas as múltiplas conjugações que estabelecem uns com outros resultam numa enorme variedade, variedade esta, que se exponencia se considerarmos que estas ligações se vão somando e complexificando.
Muitos dos caminhos e processos que ligam os objectos e os organismos entre si não nos são acessíveis, seja porque a sua natureza temporal ou dimensões são muito diferentes da nossa, ou porque a nossa biologia e cultura limitam a nossa compreensão. Vivemos num mundo de objectos e organismos aparentemente independentes, onde uns nos lembram outros, e vamos especulando sobre estes reflexos. Às vezes mais perto, outras mais longe de compreender que existimos como parte de uma sistema mais amplo e somos vulneráveis à destruição de qualquer peça.
Joana da Conceição
https://www.lehmanncontemporary.com/artist/joana-da-conceicao/
IG handle @joana.da.conceicao
Joana da Conceição (Porto, 1981), vive e trabalha em Lisboa. O seu pensamento e prática têm raiz na pintura e na música, e as apresentações públicas do seu trabalho volvem entre as duas.
A sua prática artística, prolífica e multifacetada, levou-a a procurar novos formatos e plataformas para mostrar o seu trabalho. Cria ambientes contemplativos e multissensoriais, espaços para nos afinarmos, connosco próprios e com o entorno, seja uma sala de cinema, ou um skate park no topo de uma fajã no meio do Oceano Atlântico. As suas instalações são lugares de re-conciliação, e crescem da urgência que a artista sente em confrontar e conviver com as contradições que, no contexto da ontologia ocidental, animam a viragem pós-humanista.
Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Activa no campo da composição electrónica contemporânea, Joana tem vindo a apresentar-se a solo e em colaboração desde 2005, ano em que, juntamente com André Abel, formaram a Tropa Macaca - duo de composição eletrónica contemporânea. Em 2018 co-fundou o colectivo multimedial feminino Toda Matéria.
Foi distinguida com a 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020) e vencedora do Prémio Anteciparte Millennium BCP (2005). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010-2011). Participou na Residência Desconcentrar - Culturgest/Colecção Caixa Geral de Depósitos, Caramulo, 2025; nas Residências da Farra, Elvas, 2022, 2024; na Residência da GIBCA Biennial, Gotemburgo, 2023; Residency Unlimited, Nova Iorque, 2020; na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation, Montpellier, 2013; na Residência da ZDB, Lisboa, 2011.
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Cleópatra, a Alquimista
Ciclo Nas Margens
No princípio está o Cicinnurus respublica, também conhecido por Ave do Paraíso de Wilson. Porque tudo o que criamos começou na natureza, seja porque activamente a procuramos e observamos ou simplesmente porque a nossa convivência ancestral torna impossível escapar à sua influência formativa. A figura da ave é decomposta nos seus elementos base, e estes vão-se transformando, para depois se voltarem a juntar e formarem novas figuras. A partir de um pequeno grupo de elementos é possível criar um Universo. Da mesma forma, os elementos químicos presentes na Terra não são infinitos, mas as múltiplas conjugações que estabelecem uns com outros resultam numa enorme variedade, variedade esta, que se exponencia se considerarmos que estas ligações se vão somando e complexificando.
Muitos dos caminhos e processos que ligam os objectos e os organismos entre si não nos são acessíveis, seja porque a sua natureza temporal ou dimensões são muito diferentes da nossa, ou porque a nossa biologia e cultura limitam a nossa compreensão. Vivemos num mundo de objectos e organismos aparentemente independentes, onde uns nos lembram outros, e vamos especulando sobre estes reflexos. Às vezes mais perto, outras mais longe de compreender que existimos como parte de uma sistema mais amplo e somos vulneráveis à destruição de qualquer peça.
Joana da Conceição
https://www.lehmanncontemporary.com/artist/joana-da-conceicao/
IG handle @joana.da.conceicao
Joana da Conceição (Porto, 1981), vive e trabalha em Lisboa. O seu pensamento e prática têm raiz na pintura e na música, e as apresentações públicas do seu trabalho volvem entre as duas.
A sua prática artística, prolífica e multifacetada, levou-a a procurar novos formatos e plataformas para mostrar o seu trabalho. Cria ambientes contemplativos e multissensoriais, espaços para nos afinarmos, connosco próprios e com o entorno, seja uma sala de cinema, ou um skate park no topo de uma fajã no meio do Oceano Atlântico. As suas instalações são lugares de re-conciliação, e crescem da urgência que a artista sente em confrontar e conviver com as contradições que, no contexto da ontologia ocidental, animam a viragem pós-humanista.
Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Activa no campo da composição electrónica contemporânea, Joana tem vindo a apresentar-se a solo e em colaboração desde 2005, ano em que, juntamente com André Abel, formaram a Tropa Macaca - duo de composição eletrónica contemporânea. Em 2018 co-fundou o colectivo multimedial feminino Toda Matéria.
Foi distinguida com a 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020) e vencedora do Prémio Anteciparte Millennium BCP (2005). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010-2011). Participou na Residência Desconcentrar - Culturgest/Colecção Caixa Geral de Depósitos, Caramulo, 2025; nas Residências da Farra, Elvas, 2022, 2024; na Residência da GIBCA Biennial, Gotemburgo, 2023; Residency Unlimited, Nova Iorque, 2020; na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation, Montpellier, 2013; na Residência da ZDB, Lisboa, 2011.
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