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![[Serralves] - ARS AD HOC](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/ars-ad-hoc-trio-de-cordas_pedro-rocha.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - ARS AD HOC](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/ars-ad-hoc-trio-de-cordas_pedro-rocha.jpg?fit=fill&w=1400)
A nona temporada do ars ad hoc tem como fio condutor a presença de obras do compositor siciliano Salvatore Sciarrino (1947) e a estreia de obras de compositores portugueses. Centrado na exploração dos limites do timbre, do silêncio e das infinitas possibilidades do arco, este primeiro concerto propõe uma viagem pela sensibilidade da música dos séculos XX e XXI. A miniatura Doloroso [1992], de György Kurtág (1926), contrasta com o enérgico “Little Duo” [2010], de Jonathan Harvey (1939 - 2012), peça em que os instrumentos se imitam e cujos registos se cruzam, abrindo caminho para “Malinconia” [1980], de Sciarrino, outro duo em que o som se dissolve numa poética de micro-texturas e fragilidade expressiva.A investigação radical sobre as possibilidades físicas e acústicas dos instrumentos de cordas ganha corpo em “Pression” [1969], peça seminal de Helmut Lachenmann (1935), e na dimensão performativa e teatral de “2.5 Nightmares, for Jessie” [2015], de Natacha Diels (1981). Por sua vez, a monumentalidade reflexiva de “iv 8” [2009/10], de Mark Andre (1964), aprofunda a escuta através de uma arquitectura sonora de grande densidade espiritual.O programa encerra com a estreia absoluta de “Rust II” [2026], para trio de cordas, da compositora luso-espanhola Inés Badalo — uma co-encomenda da Arte no Tempo e do MPMP Património Musical Vivo, financiada pela Direção-Geral das Artes e pela Fundação Ernst von Siemens para a Música —, reafirmando o compromisso do ars ad hoc com a criação musical.
PROGRAMA
György Kurtág (Lugoj, 1926)“Doloroso (nº 14 do ciclo Jelek, játékok és üzenetek)” [1992] ca 2’para viola solo
Jonathan Harvey (1939 - 2012)“Little Duo” [2010] 2’para violino e violoncelo
Salvatore Sciarrino (1947)“Malinconia” [1980] ca 4’para violino e viola
Helmut Lachenmann (1935)“Pression” [1969/2010] ca 8’para violoncelo solo
Natacha Diels (1981) “2.5 Nightmares, for Jessie” [2015] 10’para violoncelista e 2 assistentes
Mark Andre (1964)“iv 8” [2009-2010] 17’para trio de cordas
Inés Badalo (1989)“Rust II” [2026]* ca 12’ [estreia absoluta] para trio de cordas
A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura Juventude e Desporto / Direcção Geral das Artes.
O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e a Fundação “la Caixa”. A partir de 2026 conta também com um apoio da Fundação Ernst von Siemens para a sua mini-temporada de concertos na Fundação de Serralves.
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A nona temporada do ars ad hoc tem como fio condutor a presença de obras do compositor siciliano Salvatore Sciarrino (1947) e a estreia de obras de compositores portugueses. Centrado na exploração dos limites do timbre, do silêncio e das infinitas possibilidades do arco, este primeiro concerto propõe uma viagem pela sensibilidade da música dos séculos XX e XXI. A miniatura Doloroso [1992], de György Kurtág (1926), contrasta com o enérgico “Little Duo” [2010], de Jonathan Harvey (1939 - 2012), peça em que os instrumentos se imitam e cujos registos se cruzam, abrindo caminho para “Malinconia” [1980], de Sciarrino, outro duo em que o som se dissolve numa poética de micro-texturas e fragilidade expressiva.A investigação radical sobre as possibilidades físicas e acústicas dos instrumentos de cordas ganha corpo em “Pression” [1969], peça seminal de Helmut Lachenmann (1935), e na dimensão performativa e teatral de “2.5 Nightmares, for Jessie” [2015], de Natacha Diels (1981). Por sua vez, a monumentalidade reflexiva de “iv 8” [2009/10], de Mark Andre (1964), aprofunda a escuta através de uma arquitectura sonora de grande densidade espiritual.O programa encerra com a estreia absoluta de “Rust II” [2026], para trio de cordas, da compositora luso-espanhola Inés Badalo — uma co-encomenda da Arte no Tempo e do MPMP Património Musical Vivo, financiada pela Direção-Geral das Artes e pela Fundação Ernst von Siemens para a Música —, reafirmando o compromisso do ars ad hoc com a criação musical.
PROGRAMA
György Kurtág (Lugoj, 1926)“Doloroso (nº 14 do ciclo Jelek, játékok és üzenetek)” [1992] ca 2’para viola solo
Jonathan Harvey (1939 - 2012)“Little Duo” [2010] 2’para violino e violoncelo
Salvatore Sciarrino (1947)“Malinconia” [1980] ca 4’para violino e viola
Helmut Lachenmann (1935)“Pression” [1969/2010] ca 8’para violoncelo solo
Natacha Diels (1981) “2.5 Nightmares, for Jessie” [2015] 10’para violoncelista e 2 assistentes
Mark Andre (1964)“iv 8” [2009-2010] 17’para trio de cordas
Inés Badalo (1989)“Rust II” [2026]* ca 12’ [estreia absoluta] para trio de cordas
A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura Juventude e Desporto / Direcção Geral das Artes.
O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e a Fundação “la Caixa”. A partir de 2026 conta também com um apoio da Fundação Ernst von Siemens para a sua mini-temporada de concertos na Fundação de Serralves.
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