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![[Serralves] - IVAN CHENG - THE FOUNTAIN](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/2026julidansivanchengnowadaysstedelijkmuseu_pedro-rocha.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - IVAN CHENG - THE FOUNTAIN](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/2026julidansivanchengnowadaysstedelijkmuseu_pedro-rocha.jpg?fit=fill&w=1400)
Ivan Cheng considera os computadores como prestadores de serviços. “The Fountain” é um diálogo encenado entre um computador público e um computador privado, originalmente apresentado por dois bailarinos e pontuado por canções. Para Serralves, Cheng reformula a peça como uma performance a solo, assumindo o papel central da sua interpretação num monólogo virtuosístico sobre propriedade, memória e o ato de deixar partir.
Ao percorrer a galeria, Cheng recorre amplamente à voz e ao corpo, irrompendo ocasionalmente em canto, enquanto convida continuamente o público a participar na obra, dirigindo-se tanto aos presentes como aos ausentes. A peça prolonga o seu interesse continuado pelo significado de reproduzir uma performance, uma memória ou uma persona, convidando-nos a refletir sobre aquilo que escolhemos preservar: que ficheiros nos nossos telemóveis e computadores consideramos valiosos?Nesta versão, Cheng conta com a colaboração habitual de Arvo Leo, responsável pela câmara, e veste peças de vestuário da marca Good & Bad. “The Fountain” integra uma série de obras em diálogo com “Casemates”, encomendada pelo Mudam, Luxemburgo, e pelo TEA, Tenerife, no âmbito do programa PIT – Perform, Inform, Transform.
Cofinanciado pela União Europeia. Os pontos de vista e as opiniões expressos são, no entanto, da exclusiva responsabilidade do(s) autor(es) e não refletem necessariamente os da União Europeia ou da Agência de Execução Europeia da Educação e da Cultura (EACEA). Nem a União Europeia nem a EACEA podem ser responsabilizadas por essas opiniões.
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Ivan Cheng considera os computadores como prestadores de serviços. “The Fountain” é um diálogo encenado entre um computador público e um computador privado, originalmente apresentado por dois bailarinos e pontuado por canções. Para Serralves, Cheng reformula a peça como uma performance a solo, assumindo o papel central da sua interpretação num monólogo virtuosístico sobre propriedade, memória e o ato de deixar partir.
Ao percorrer a galeria, Cheng recorre amplamente à voz e ao corpo, irrompendo ocasionalmente em canto, enquanto convida continuamente o público a participar na obra, dirigindo-se tanto aos presentes como aos ausentes. A peça prolonga o seu interesse continuado pelo significado de reproduzir uma performance, uma memória ou uma persona, convidando-nos a refletir sobre aquilo que escolhemos preservar: que ficheiros nos nossos telemóveis e computadores consideramos valiosos?Nesta versão, Cheng conta com a colaboração habitual de Arvo Leo, responsável pela câmara, e veste peças de vestuário da marca Good & Bad. “The Fountain” integra uma série de obras em diálogo com “Casemates”, encomendada pelo Mudam, Luxemburgo, e pelo TEA, Tenerife, no âmbito do programa PIT – Perform, Inform, Transform.
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