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Seleção Nacional
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Com o intuito de pensar, valorizar e divulgar o património fílmico nacional, o Batalha comissaria um ciclo anual inteiramente dedicado ao cinema português e à sua história, com uma cadência quinzenal às quartas-feiras. Trata-se de um programa abrangente, mas incisivo, composto por cineastas e obras mais ou menos celebrados, sempre fundamentais para pensar as matrizes do nosso cinema.

A proposta da dupla curatorial convidada para a primeira edição do Seleção Nacional debruça-se sobre os desenvolvimentos políticos, estéticos e sociais do cinema português. Apresentada em constelações, recoloca filmes em diálogo a partir de temas específicos, resultando daí uma nova forma de revisitar estas obras, os seus tempos, e os seus rasgos artísticos.

Em março e abril, continua a ser apresentada a Constelação #4: Lagutrop. O cinema português, na sua reduzida capacidade de produção, nunca teve um cinema de ficção científica ou fantástico com visível expressão. Isso não significa que os temas distópicos não tenham habitado de forma transversal vários momentos da nossa filmografia. Nesta constelação, pretende-se mostrar alguns desses exemplos, obras menos conhecidas ou mesmo ignoradas onde se cruzam ecrãs de computadores dos primórdios da computação com as ruínas selvagens de uma arquitetura vanguardista abandonada, e temas que circulam pela ameaça nuclear, a impossibilidade da maternidade ou as escatologias do fim do mundo.

01
Jan
31
Dez

Com o intuito de pensar, valorizar e divulgar o património fílmico nacional, o Batalha comissaria um ciclo anual inteiramente dedicado ao cinema português e à sua história, com uma cadência quinzenal às quartas-feiras. Trata-se de um programa abrangente, mas incisivo, composto por cineastas e obras mais ou menos celebrados, sempre fundamentais para pensar as matrizes do nosso cinema.

A proposta da dupla curatorial convidada para a primeira edição do Seleção Nacional debruça-se sobre os desenvolvimentos políticos, estéticos e sociais do cinema português. Apresentada em constelações, recoloca filmes em diálogo a partir de temas específicos, resultando daí uma nova forma de revisitar estas obras, os seus tempos, e os seus rasgos artísticos.

Em março e abril, continua a ser apresentada a Constelação #4: Lagutrop. O cinema português, na sua reduzida capacidade de produção, nunca teve um cinema de ficção científica ou fantástico com visível expressão. Isso não significa que os temas distópicos não tenham habitado de forma transversal vários momentos da nossa filmografia. Nesta constelação, pretende-se mostrar alguns desses exemplos, obras menos conhecidas ou mesmo ignoradas onde se cruzam ecrãs de computadores dos primórdios da computação com as ruínas selvagens de uma arquitetura vanguardista abandonada, e temas que circulam pela ameaça nuclear, a impossibilidade da maternidade ou as escatologias do fim do mundo.

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